Instituição realizará processo eleitoral com duas chapas: “Confiança e Participação”, encabeçada pela professora Isabel Auler e “UFT Livre”, pelo professor José Expedito

Da Redação

A cada quatro anos, a comunidade universitária da Universidade Federal do Tocantins (UFT) tem a oportunidade de indicar os ocupantes dos mais altos cargos da instituição, o de reitor e vice-reitor. Nesta terça-feira, 22, professores, estudantes e técnicos administrativos dos sete campi da UFT – um colégio eleitoral de cerca de 20 mil pessoas – vão às urnas escolher os representantes do quadriênio 2016/2020. A instituição realizará processo eleitoral com duas chapas na disputa: “Confiança e Participação” encabeçada pela professora Isabel Auler e a “UFT Livre”, pelo professor José Expedito.

De acordo com o Artigo 2º do Regimento Eleitoral, servidores do quadro permanente e discentes com matrícula estão aptos ao voto. O direito é extensivo àqueles membros da comunidade universitária com matrícula trancada, que estejam cedidos, licenciados ou afastados. O presidente da Comissão Eleitoral Central, Elvio Quirino, esclarece que não é possível negar o direito dessas pessoas de votarem, pois a escolha é para os próximos quatro anos, período maior do que o trancamento ou afastamento do votante.

Mesmo que o votante tenha mais de um vínculo com a universidade, ele terá direito a apenas um voto, conforme Artigo 5° do Regimento Eleitoral, obedecendo aos seguintes critérios: o aluno matriculado em dois cursos votará de acordo com sua matrícula mais antiga, o docente que também for aluno ou técnico-administrativo votará como docente. Já o servidor técnico administrativo que também for aluno votará como servidor.

Voto em trânsito
A Comissão Eleitoral Central estabelece que os votantes que estiverem fora do seu campus de origem mas em qualquer outro campus da UFT no dia da pesquisa eleitoral, poderão votar nas seções distribuídas, em urna separada, desde que apresente documento de identificação válido. É importante frisar que os polos de Educação a Distância (EaD) não receberão seções de votação, portanto os alunos dessa modalidade deverão se deslocar para o campus mais próximo.

Pesquisa eleitoral
A pesquisa eleitoral é realizada por meio de votação, utilizando urnas eletrônicas, com o apoio do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Neste ano, o voto na UFT é paritário, ou seja, o peso dos votos dos alunos, servidores técnico-administrativos e docentes tem o mesmo peso, dando mais legitimidade e democratizando o processo.

O resultado da pesquisa será levado ao Conselho Universitário (Consuni), no dia 5 de abril, que comporá uma lista tríplice e a encaminhará à Presidência da República, a quem caberá a definição final de quem será o reitor e seu vice para um mandato de quatro anos à frente da universidade.

A Seção Sindical dos Docentes da UFT (Sesduft), o Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos (Sintad/UFT) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFT) organizam o processo eleitoral.

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