Motorista morre após invadir contramão e bater num caminhão em Goiás

Acidente aconteceu em Uruaçu, na BR-153. Pista ficou interditada nos dois sentidos por três horas e só foi liberada após a retirada do corpo.

O motorista de um carro morreu na manhã deste sábado (3) depois de bater em um caminhão na BR-153, em Uruaçu, no norte de Goiás.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o automóvel invadiu a pista contrária e bateu de frente com o outro veículo.

A pista passou três horas interditada nos dois sentidos e só foi liberada por volta de 11h40, após a retirada do corpo. O motorista do caminhão não teve ferimentos.

No local do acidente a faixa é contínua e, por isso, é proibido fazer ultrapassagens. A polícia não soube informar se o motorista tentava ultrapassar um veículo ou se dormiu ao volante enquanto dirigia. Ele morreu na hora. 

G1 Goiás

Operação da Polícia Civil prende suspeitos de tráfico de drogas em cidades do TO

Cerca de 110 policiais participam de operação para combater criminalidade em quatro cidades. Até o momento 41 pessoas foram presas e 32 mandados de busca e apreensão cumpridos.

Uma operação de combate ao tráfico de drogas está sendo realizada na manhã desta sexta-feira (2) em Formoso do Araguaia, Dueré, Porto Nacional e Palmas.

Até o momento, 41 pessoas foram presas em cumprimento a mandados e também em flagrante. Conforme a Polícia Civil, 112 policiais participam da operação.

Segundo o delegado Rafael Falcão, responsável pela Delegacia de Investigações Criminais da região sul (Deic) e coordenador da operação, até o momento foram 26 pessoas presas em cumprimento de mandados de prisão temporária e 15 prisões em flagrante.

Também foram apreendidas sete armas de fogo, maconha, cocaína, balança de precisão, dinheiro, veículos e até peixe. A operação conta ainda com o apoio do helicóptero da segurança pública.

A operação segue até o fim da manhã desta sexta-feira e 32 mandados de busca e apreensão já foram cumpridos. Os presos estão sendo levados para Gurupi, também no sul do estado.

Helicóptero da segurança pública participa da operação (Foto: Jairo Santos/Divulgação)

Combate à criminalidade

Está é a segunda operação feita pela Polícia Civil em uma semana. A primeira, na última sexta-feira (26), foi em Tocantinópolis, no norte do estado.

Cerca de 70 agentes cumpriram 30 mandados de prisão, busca e apreensão. E também outros 20 de prisão temporária, durante todo o dia.

A ação também tinha como objetivo o combate ao tráfico de drogas e foi chamada de ‘Famílias Unidas’.

G1 Tocantins

Advogado pede 5 dias para apresentar defesa de suspeitos de matar Danilo Sandes

Pedido foi feito durante a audiência de instrução, que iria definir se os acusados irão a julgamento. Crime foi em julho de 2017 e teria sido motivado por herança milionária.

O advogado de Wanderson Silva de Souza e João Oliveira dos Santos Júnior pediu mais cinco dias para apresentar a defesa dos dois por escrito a Justiça.

Eles são suspeitos de executar o advogado Danilo Sandes, em Araguaína. O pedido foi feito durante a audiência de instrução, que iria definir se os acusados irão ou não a julgamento. O juiz atendeu ao pedido e a sessão foi suspensa.

O advogado só manifestou a intenção de apresentar a defesa por escrito após os colegas que defendem Robson Barbosa da Costa e Rone Marcelo Alves Paiva, também suspeitos do crime, apresentarem a argumentação de forma oral ao juiz.

Em casos como este, é o advogado que escolhe de que forma quer defender os clientes.

O prazo de cinco dias já está contando, uma vez que todos já tinham sido intimados a apresentar as alegações. Depois disso é que o juiz deve definir se o processo será julgado e de que forma isso deve acontecer.

O caso

Danilo Sandes foi encontrado morto no final de julho de 2017 às margens da TO-222, em estado de decomposição. O crime teria sido motivado por uma herança de R$ 7 milhões que o farmacêutico Robson Barbosa da Costa, de 32 anos, disputava com os irmãos. 

A polícia afirma que o advogado se negou a participar de uma fraude e foi morto por isso.

Além do farmacêutico, apontado como o mandante do crime, os policiais militares Rone Marcelo Alves Paiva e João Oliveira dos Santos Júnior e o ex-PM Wanderson Silva de Souza também foram presos suspeitos de serem os executores do crime.

Eles foram detidos em Marabá (PA) pela Polícia Civil. Todos estão presos preventivamente.

Danilo Sandes foi encontrado morto em Araguaína (Foto: Divulgação)G1/Tocantins

Mulher coloca veneno no jantar e mata marido

Ela cometeu o crime porque o marido tinha um relacionamento com outra mulher.

Uma mulher de 52 anos se entregou à polícia, na manhã desta quinta-feira (1º). Ela confessou que matou o marido de 61 anos envenenado, em Campina Grande.

A Polícia Militar informou que o crime foi cometido por causa de ciúmes.

Ednalva Laurindo Ferreira disse que colocou veneno de matar ratos na janta do marido e em seguida foi dormir.
O pedreiro Irenaldo Bezerra comeu o jantar com veneno na noite de quarta-feira (31), no Conjunto Ronaldo Cunha Lima.

Segundo informações a delegada de homicídios Ellen Maria afirmou que a mulher cometeu o crime porque o marido tinha um relacionamento com outra mulher. O casal estava junto há seis anos.

Na manhã desta quinta-feira, o idoso foi encontrado morto na cama onde dormia.

A mulher foi para a casa de parentes, onde confessou o crime e os familiares acionaram a polícia para prende-la.

Noticias ao Minuto

Lavrador morre ao ser atingido por golpes de foice na zona rural

Segundo a polícia, homens moravam juntos e bebiam momentos antes do crime. O suspeito fugiu e está sendo procurado pela polícia.

O lavrador Antônio Francisco de França, de 22 anos, foi assassinado com golpes de foice na madrugada desta quinta-feira (1º).

Segundo a Polícia Militar (PM), o crime foi na zona rural de Praia Norte, na região norte do Tocantins.

A polícia informou que o suspeito e a vítima moravam na mesma casa e estavam bebendo momentos antes do crime.

Por volta das 4h houve uma discussão quando o suspeito Manoel Costa Lima, 42 anos, resolveu pegar uma foice e ferir o amigo.

De acordo com a PM, o suspeito fugiu depois do assassinato e está sendo procurado. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de França foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Augustinópolis.

G1 Tocantins/imagem ilustrativa da internet 

Adolescente de 16 anos é suspeito de atirar contra o próprio pai após discussão

Tentativa de homicídio foi na zona rural de Marianópolis do Tocantins. A mãe do menor disse à PM que o garoto tinha sido ameaçado pelo pai; adolescente fugiu com a arma.

Um lavrador de 39 anos foi atingido dentro de casa por um tiro nessa quarta-feira (31). Segundo a Polícia Militar (PM), o filho da vítima, um adolescente de 16 anos, foi quem atirou no homem após uma discussão.

O crime foi no assentamento Manchete, na zona rural de Marianópolis do Tocantins, na região central do estado.

Segundo a PM, a mãe disse que pai e filho começaram uma discussão por volta das 17h, quando o homem chegou do trabalho.

No mesmo instante o garoto foi até o quarto, pegou uma arma de fogo e atirou nele. O homem foi atingido no peito e no braço.

A mãe do adolescente disse à polícia que o garoto vinha sofrendo ameaças constantes. Moradores do assentamento informaram que a família é problemática.

Depois do crime, a vítima foi levada para o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins e o adolescente fugiu levando a arma. O caso está sendo tratado como tentativa de homicídio.

A Secretaria de Saúde informou que o estado de saúde da vítima é estável.

G1 Tocantins/Imagem ilustrativa

Deputado do Tocantins presta depoimento durante três horas na sede Polícia Federal

Eduardo Siqueira Campos foi intimado a prestar novos esclarecimentos sobre a operação Ápia. Suspeita é de que ele tenha recebido propina de empreiteiras na construção de estradas.

Terminou por volta do meio-dia desta quinta-feira (1) o depoimento do deputado Eduardo Siqueira (DEM) na sede da Polícia Federal.

Conforme apurado pela TV Anhanguera, o parlamentar foi intimado para prestar esclarecimentos sobre as investigações da operação Ápia. Ele foi ouvido por cerca de 3 horas.

A Polícia Federal quer apurar se o parlamentar negociou com empreiteiras o pagamento de propina na pavimentação de um trecho da TO-050 que dá acesso a Lago da Confusão, sul do Tocantins.

A assessoria do deputado ainda não se manifestou sobre o novo depoimento.

Eduardo Siqueira também foi ouvido na quarta fase da Ápia, em 2017. Na época, ele foi levado coercitivamente para depor. A suspeita também era de que ele teria recebido propina de empresários.

A operação começou ainda em 2016 e é considerada a maior investigação da Polícia Federal no estado. Com vários desdobramentos e seis fases, a Ápia levou à prisão empreiteiros, políticos e até o ex-governador Sandoval Cardoso, que chegou a ser preso e ganhou liberdade após pagar fiança.

São investigados contratos de empréstimos do governo do Tocantins feitos entre 2012 e 2014, que somam R$ 1,2 bilhão para obras de pavimentação no interior do estado.

Operação Ápia

Apenas nas quatro primeiras fases da Ápia foram 90 investigados e cerca de 500 indiciamentos. Mais de 2 mil documentos foram apreendidos e analisados.

Além disso, 41 pessoas tiveram bens bloqueados num total de R$ 431 milhões. São casas, apartamentos, fazendas e carros, entre outros.

Um relatório de 226 páginas foi concluído e entregue ao Ministério Público Federal durante 2017, mas as investigações continuam.

O acordo de delação feito com Guimarães, a empresa dele recebeu cerca de R$ 135 milhões em contratos questionados.

A Ápia teve como foco contratos de empréstimos do governo do Tocantins feitos entre 2012 e 2014, que somam R$ 1,2 bilhão para 12 obras de pavimentação no interior do estado.

A Polícia Federal apurou que o desvio aconteceu no momento em que o Estado pagou indevidamente as empreiteiras por serviços não realizados.

Desdobramento

A documentação apreendida em todas as fases da Ápia deu origem a outra operação chamada Convergência, que envolvem a família do governador Marcelo Miranda e do procurador-geral de justiça Clenan Renaul.

O chefe do MPE é suspeito de beneficiar empreiteiros e os filhos dele, que segundo a Polícia Federal teriam recebido propina por meio de um contrato fictício com um escritório de advocacia. Mas, até agora, nada ficou provado segundo os procuradores.

Esquema

Segundo informações da PF, a organização suspeita de fraudar licitações de terraplanagem e pavimentação asfáltica no Tocantins funcionava em três núcleos compostos por políticos, servidores públicos e empresários.

Segundo o superintendente regional da PF no Tocantins, Arcelino Vieira, os núcleos eram formados com a intenção de fraudar e burlar a fiscalização de forma a conseguir lucrar com os serviços, que muitas vezes não eram executados.

“O núcleo político era composto por pessoas que compunham o alto escalão do Estado, dois ex-governadores que, através de contratos com Banco do Brasil, conseguiram empréstimos internacionais”, disse.

O superintendente explicou que os empréstimos estavam fundamentados em uma lei estadual, a qual também autorizou o estado a criar um comitê executivo que gerava os recursos e os distribuía para várias secretarias estaduais.

Uma delas era a Secretaria de Infraestrutura (Agetrans) que fazia a licitação e o acompanhamento de todas as obras.

Segundo a investigação da PF, os recursos adquiridos através de três linhas de crédito somavam R$ 1,2 bilhão. Deste valor, a Agetrans ficou com R$ 850 milhões para investir em obras nas rodovias, mas os contratos receberam aditivos que se computados, ultrapassariam R$ 1 bilhão.

“Os editais eram recheados de cláusulas restritivas à concorrência que favoreciam empresários do grupo. Ao final se constatou que havia ajuste de preços para dividir o lote entre seis empresas. Está bem clara a existência de um cartel para o fim de fraudar as licitações e desviar dinheiro público federal”, explicou o procurador da república José Ricardo Teixeira.

G1 Tocantins

Corpos de mãe e filho mortos em acidente são velados no Tocantins

Caminhonete onde vítimas estavam foi atingida por caminhão na BR-153, perto de Brasilândia do Tocantins. Marido de vítima sobreviveu e está internado em hospital.

Os corpos de Gelsa Maria Marques Guimarães e do filho João Paulo Marques Santana, que morreram na noite desta terça-feira (12) em um acidente na BR-153, estão sendo velados no salão de uma funerária em Araguaína. Os dois estavam em uma caminhonete que foi atingida por um caminhão. O marido de Gelsa, Lorisvaldo Ferreira Santana, sofreu ferimentos e está internado no Hospital Regional de Colinas.

Segundo informações de parentes às 11h os corpos serão levados para Rio Verde (GO) onde serão enterrados.

A batida aconteceu no km 265, perto de Brasilândia do Tocantins, região central do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, um caminhão invadiu a pista contrária para não bater em um carro que estava na sua frente. No momento, a caminhonete onde estavam as vítimas foi atingida pelo caminhão, conforme a polícia.

O motorista da caminhonete Lorisvaldo ficou gravemente ferido. Já Gelsa e João Paulo morreram no local. Um quarto ocupante do veículo não teve ferimentos.

O motorista do caminhão não sofreu ferimentos e foi levado para a delegacia de Polícia Civil em Colinas do Tocantins. Ele foi ouvido e liberado. O condutor disse que seguia em direção a Goiânia.

Carro ficou destruído após batida que matou três da mesma família (Foto: Divulgação)

G1 Tocantins

Corpo de homem morto a facadas é encontrado dentro de vala no Tocantins

O corpo apresentava marcas de golpes de faca no peito, nas costas e no pescoço. Ele foi encontrado no setor Morada do Sol II, em Araguaína.

O corpo de um homem foi encontrado dentro de uma vala no setor Morada do Sol II, em Araguaína. O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (6), por volta das 8h17. O nome da vítima não foi divulgado.

Segundo a Polícia Militar, o corpo apresentava marcas de golpes de faca no peito, nas costas e no pescoço. A vítima tinha envolvimento com criminalidade relacionada ao uso de drogas.

G1/Tocantins

Polícia prende penúltimo foragido suspeito de articular ‘máfia dos concursos’ do DF

Alvo de prisão preventiva, ele fica detido por tempo indeterminado. Detenção ocorreu em chácara na Cidade Ocidental, no Entorno.

 A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu nesta terça-feira (7) outro suspeito de fazer parte da “máfia dos concursos”. Segundo as investigações, Edney de Oliveiria Santos estava foragido desde o dia da segunda fase da operação Panoptes. Ele fica detido por tempo indeterminado. O G1 e a TV Globo tentam contato com a defesa dele, flagrado pela polícia em uma chácara na Cidade Ocidental, no Entorno.

De acordo com os investigadores, ele agia “aliciando” candidatos e atuava como laranja – fornecendo as contas bancárias à organização criminosa para receber o pagamento pelas provas e lavar o dinheiro.

A polícia ainda apura a extensão do esquema. No entanto, a instituição já notou um depósito de R$ 50 mil na conta dele por um canditato no concurso de auditor do Tribunal de Contas de outra unidade da federação, em 2016.

“Todo mundo que está envolvido na organização trabalhava como ‘corretor de vagas’. Se tivesse oporutunidade, ganhava comissão para aliciar as vítimas, ou seja, um percentual em cima do dinheiro”, afirma o delegado Brunno Ornelas, da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco).

Com a prisão de Santos, há apenas um alvo de prisão considerado foragido. O prazo de cinco dias pelos quais deve ficar detido só começa a ser contado a partir do dia em que for preso.

Entenda a operação

Investigação

No dia 30 de outubro, as polícias civis do DF e de Goiás deflagraram duas operações paralelas contra 33 suspeitos de liderar a chamada “máfia dos concursos” pelo país. Entre os alvos, 15 são de Brasília e 18 de Goiânia. Segundo os investigadores, eles tinham intenção de fraudar o Enem.

Em entrevista à TV Globo, o advogado do Cebraspe, Marcus Vinícius Figueiredo, negou a participação do centro em irregularidades. “É uma instituição que tem respeito no mercado por conta dessa prestação constitucional que exerce, e vai continuar cooperando com a autoridade policial em tudo o que ela precisar”, afirmou.

Responsável pela aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em todo o país, o Inep afirmou em nota que “foram adotadas todas as medidas para uma aplicação segura, que garanta isonomia entre os participantes e tranquilidade para realização das provas”.

A suspeita é de que esse ex-funcionário do Cespe/Cebraspe age desde 2013, e de que mais de cem pessoas tenham se beneficiado do esquema. Os investigadores agora trabalham para identificar essas pessoas para prendê-las e fazer com que percam a função pública.

G1/GO