Pareceres do MPE dão sinal verde para candidatura de Amastha a governador e também à coligação com o PT

Procurador da República Álvaro Manzano, que usou jurisprudência do TSE para casos semelhantes, diz que norma que determina a desincompatibilização seis meses antes não se aplica a eleições suplementares.

Pareceres do MPE (Ministério Público Eleitoral), emitidos na noite desta segunda-feira, 7 de maio, são favoráveis aos registros das candidaturas a governador na eleição suplementar do ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB)  e do seu vice, Célio Moura, bem como à sua coligação com o PT.

Nos documentos, o MPE, por meio do procurador da República Álvaro Manzano, avaliou pedidos de impugnações protocolados pelas coligações lideradas por Mauro Carlesse, Kátia Abreu, Vicentinho Alves, pelo candidato Márlon Reis e pelo Diretório Nacional do PT.

Os adversários de Amastha questionam o suposto não cumprimento do prazo de desincompatibilização, pois em eleições ordinários os prefeitos que querem concorrer a outro cargo precisam renunciar seis meses antes do pleito. 
Para o procurador, porém, essa norma não se aplica à eleição suplementar, que sequer estava prevista e não haveria como Amastha se beneficiar do cargo de prefeito para se cacifar politicamente.

“No entanto, tratando-se de eleição suplementar, entendo possível a mitigação dos prazos de desincompatibilização, em razão de tratar de situação excepcional, marcada especialmente pela urgência e imprevisibilidade. Isso porque no caso de eleições suplementares, como não havia sequer previsão de sua realização, não seria possível ao ora requerente fazer uso do cargo para beneficiar-se”, sustenta Manzano.

O procurador, para reforçar seu posicionamento, citou dois casos semelhantes julgados pelo TSE como jurisprudência. Em ambos, os candidatos puderam concorrer no pleito suplementar sem a necessidade de cumprir os seis meses fora do cargo que ocupavam.

Coligação com o PT está legal

Baseado em jurisprudência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e citando dois casos concretos julgados, Manzano, em outro parecer, opina que Kátia e sua coligação não têm legitimidade para questionar atos internos de outras coligações e partidos. Kátia ingressou na Justiça para ter o apoio do PT, que na sua convenção firmou respaldo ao projeto de Carlos Amastha, inclusive indicando o candidato a vice-governador Célio Moura.

Já em relação ao pedido do PT Nacional, que também buscava levar o PT do Estado para os braços de Kátia, Manzano mostrou que o partido não publicou no Diário Oficial da União qualquer norma para as eleições estaduais.

Além disso, o procurador explica que mesmo considerando resolução publicada no site do PT nacional válida, a sigla do Tocantins não desrespeitou regra alguma. “De outro lado, ainda que se admita como válida Resolução do Diretório Nacional sobre o Processo Eleitoral de 2018, publicada pelo partido em seu site, que determina como eixo central de apoio nos Estados e no Distrito Federal aos partidos e personalidades que se opuseram ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, verifica-se que não houve descumprimento da mesma.”, salienta o parecer, ao dizer que o posicionamento de Amastha não se opôs a resolução petista.

Campanha está no caminho certo

Para o candidato Carlos Amastha, o parecer é uma mostra que a campanha está no caminho correto, respeitando as regras e normas eleitorais. “Nós não temos dúvidas da legalidade da nossa campanha e confiamos na Justiça. Sempre acreditamos que estamos fazendo as coisas de forma correta, por isso estamos com mais força nas ruas e maior apoio da população. Os outros candidatos que parecem estar em dúvida sobre suas campanhas”, destacou Amastha, ao tomar conhecimento do parecer.

PARECER 2 (1) agora 

Ascom PSB 40 Tocantins

Deputado Wanderlei Barbosa é o vice de Carlesse

Chapa de Carlesse é registrada com Wanderlei de vice e com slogan governo de titude.

O advogado Juvenal Klayber registrou a candidatura de Mauro Carlesse do PHS para o governo por volta das 19:30. O governador interino não conseguiu chegar a tempo.

A coligação se chama “Governo de atitude”.

O vice mudou de ultima hora, agora é o deputado estadual também do (PHS), Wanderlei Barbosa por uma questão de representatividade de Palmas e da região Central.

Os partidos aliados de Carlesse são PP, Democratas, PTC, PMN e PRB e PPS.

Gazeta do cerrado

Amastha consegue registrar candidatura com Célio Moura de vice e vai recorrer de ordem do PT

Apesar de intervenção do PT Nacional, sobre coligação e apoio, Amastha registra candidatura com vice petista, Célio Moura; O ex-prefeito não foi até o TRE.

O candidato ao Governo e ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), enviou ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE), nessa segunda, 23, representantes para realizar seu registro de candidatura, ainda com o advogado petista, Célio Moura, como candidato a vice-governador, apesar da intervenção Nacional do Partido dos Trabalhadores.

“Eu não tenho conhecimento do pedido, nos temos que tomar conhecimento, saber do teor para depois manifestar. Não sabemos nem o que tá escrito lá”, afirmou o advogado Leandro Manzano. 

Ainda no final da tarde, a chapa de Amastha tinha um futuro incerto com a declaração de intervenção do PT Nacional que impedia a aliança do partido com o ex-prefeito, e também que o PT ficasse contra a também candidata ao Governo, Senadora Kátia Abreu.

Manzano e vereador da base protocolam candidatura de Amastha com PT na vice (T1 Notícias)

T1noticias

Olyntho tem nome cotado para vice de Carlesse, mas Ataídes é impasse para coligação

Deputado Estadual Olyntho teria sido cotado como vice de Mauro de Carlesse e chegou a receber o convite; Candidatura estaria sendo negociada com Ataídes, presidente do PSDB.

Fontes de bastidores conferiram que o deputado estadual Olyntho Neto (PSDB) foi convidado para compor a chapa encabeçada pelo atual governador, Mauro Carlesse (PHS), como o candidato a vice-governador. O convite só não teria ainda sido aceito, por impedimentos partidários.

As informações que correm são de que o nome do deputado estadual tem sido bastante considerado e apoiado por todos os prefeitos, de ambos os partidos, já que não seria bom para o PSDB ficar de fora do processo eleitoral depois da desistência do Senador Ataídes, presidente do partido, ao pleito das suplementares de 3 de junho.  

Olyntho teria disposição para aceitar o convite de Carlesse, dizem pessoas próximas ao parlamentar. “Ele está no momento em pé de negociação com Ataídes”. O senador, por sua vez,  afirmou na convenção do PSDB no domingo, 22, que o partido não coligaria com ninguém nessa eleição.

 “O PSDB-TO não participará das eleições suplementares ao Governo do Tocantins, que acontecerão em 3 de junho e consequentemente não coligará com nenhum partido”, afirmou Ataídes Oliveira.

O Portal tentou entrar em contato com o Senador para mais informações, mas ele não atendeu nossas ligações.

T1noticias

Direção Nacional usa resolução e intervém para impedir PT de disputar contra Kátia

Suplente da senadora Katia Abreu, Donizeti Nogueira confirmou que entrou com recurso contra decisão do PT Regional de apoiar Amastha e foi acolhido pela Direção Nacional.

“O PT não pode ficar de sacana, de desleal. A senadora Gleisi Hoffman fez um acordo ontem, que foi desrespeitado. Então nós entramos com um recurso e a Direção Nacional usou uma resolução que determina que a posição do partido em eleições estaduais seja discutida com  a Nacional”.

Com estas palavras, o suplente de Senador, Donizeti Nogueira confirmou ao site que o PT Nacional intervirá no Tocantins nas próximas horas impedindo a aliança da legenda com o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB).

Segundo Nogueira, após uma conversa com a Nacional, o deputado Paulo Mourão havia retirado sua candidatura. Durante o dia no entanto, seu grupo articulou para levar o partido para o palanque de oposição à senadora Kátia Abreu, da qual  a legenda tem o suplente. “Depois de toda a defesa que a senadora fez, em nível nacional, pela presidente Dilma, pelo PT, pelo presidente Lula, e contra o impeachment é impensável que o partido vá subir num palanque de oposição a ela, para tentar derrotá-la no Tocantins”, disse Nogueira.

A decisão que acata o recurso impetrado na Nacional deverá ser comunicada ao partido nas próximas horas, informou Nogueira.

O site entrou em contato com a direção nacional, que confirmou que “o Diretório Nacional do PT, reunido nesta segunda-feira, 23, em Curitiba, anulou os atos da Convenção do PT Tocantins e determinou a retificação da ata incluindo o partido na Coligação que apoia a candidatura da senadora Kátia Abreu ao governo do Estado nas eleições suplementares de 3 de junho”, declara a Executiva Nacional em nota.

Com a intervenção confirmada caberá ao PSB substituir o vice, ou mantê-lo e recorrer judicialmente.

T1noticias

Kátia Abreu diz “ não farei campanha nojenta que possa me envergonhar”, durante reunião com lideranças política do Tocantins

Após a convenção do PDT, que referendou a candidatura da senadora Kátia Abreu ao governo, ela reuniu, em sua residência, mais de 400 lideranças políticas de todas as regiões do estado que vieram declarar apoio a sua candidatura.

O encontro ocorrido na noite de domingo, 22, também contou com a presença dos principais líderes dos partidos que apoiam sua candidatura, a exemplo do PEN, Avante, PSD, PDT e PSL. Na ocasião, Kátia Abreu anunciou o candidato a vice da chapa: o empresário Marco Antônio Costa.  

No discurso, Kátia Abreu fez um panorama de sua vida pública, falou sobre os desafios que enfrentou na vida, desde sua eleição para presidir o sindicato rural de Gurupi até ser eleita senadora. “Foram muitos os desafios para chegar aonde cheguei, somente Deus e minha família sabem o que enfrentei, mas não fugirei, a minha carreira não acabou, a minha luta não acabou. Podem vir com um caminhão de dinheiro que vou com minha força de trabalho e vamos vencer às eleições”, falou confiante.

Ela reforçou que quer debater projeto e não sua história de vida. “Nossa luta só está começando, quero enfrentá-los nos debates das universidades, nas televisões. Não sou melhor do que eles, mais sou, obstinada, aplicada e humilde para aprender e entender o meu estado. Nenhum dos candidatos conhecem o estado como eu conheço”.

Sem citar nomes, a candidata frisou não ser melhor que seus adversários, mas disse “ser diferente deles” e disparou “Eu não compro pessoas, não compro apoio, porque sou leal aos meus princípios, e ao povo do Tocantins. Não farei uma campanha nojenta que eu possa me envergonhar”, afirmou.  

Participação

Dentre as lideranças estavam presentes: os pré-candidatos a deputados estaduais nas eleições de outubro, Sargento Aragão, Manoel Queiroz, Júnior Luiz e José Augusto Pugliesi. Além dos pré-candidatos a deputados federais: Oswaldo Reis e Tom Lira.

Foto: Divulgação

Assessoria de comunicação – Kátia Abreu

Sete partidos lançam candidatos a governador para a eleição suplementar; veja lista

Duas convenções foram realizadas no sábado (21) e outras cinco no domingo (22). Partidos devem registrar candidaturas no TRE nesta segunda (23).

Sete partidos lançaram candidatos a governador do Tocantins para a eleição suplementar que será realizada em 3 de junho. As chapas precisam ser registradas nesta segunda-feira (23) no Tribunal Regional Eleitoral e ainda dependem da aprovação do TRE para ter validade.

Dois partidos, o PSOL e a REDE, fizeram as convenções no sábado (21)e os outros cinco, PSB, PDT, PRTB, PHS e PR, organizaram eventos no domingo (22).

Veja a seguir quem são os candidatos lançados neste domingo.

Carlos Amastha (PSB)

Amastha lançou a candidatura no Espaço Cultural, em Palmas (Foto: Divulgação/PT)

Amastha lançou a candidatura com um evento no Espaço Cultural em Palmas. O ex-prefeito disse que vai passar com uma caravana pelos 139 municípios do Tocantins, para isso o local foi decorado como uma rodoviária. O comitê de campanha dele será itinerante.

“A nossa única bandeira é fazer a revolução que este estado tanto precisa. O que a gente tem aqui hoje nessa convenção é exatamente isso”, disse Amastha durante o evento. “Cada vez que a gente visita um canto no Tocantins nunca me perguntam o que ‘O que você vai fazer pela juventude do Tocantins?’. Não, a pergunta é sempre mesma: ‘Você vai fazer pela juventude do Tocantins o que fez pela juventude de Palmas?’ e eu vou!”, disse o político.

O empresário e entrou para a política em 2012, quando foi eleito prefeito da capital pela primeira vez. Ele foi reeleito em 2016, mas renunciou no começo de abril para disputar a eleição.

Carlos Enrique Franco Amastha tem 56 anos e nasceu em Barranquilla, na Colômbia. Há mais de 30 anos reside no Brasil onde formou família e estabeleceu empreendimentos empresariais. Ele pode concorrer a cargos públicos por ter sido naturalizado brasileiro.

Primeiro prefeito estrangeiro de uma capital brasileira, Amastha é casado e pai de três filhos. Ele se apresenta como um político diferente dos tradicionais e combate o que costuma chamar de ‘velha política’.

Kátia Abreu (PDT)

Kátia Abreu lançou candidatura ao governo do Tocantins (Foto: Divulgação/PDT)

A candidatura de Kátia Abreu foi lançada na sede do PDT em Palmas. O evento não teve discursos ou a presença da militância. A senadora estava acompanhada de outras lideranças políticas do Tocantins e assinou a ata que oficializou a escolha do partido.

A senadora Kátia Abreu era pecuarista e comandava fazendas no sul do Tocantins quando começou sua carreira política. Ela passou pelo antigo PFL e foi filiada ao DEM, PSD e PMDB.

A primeira eleição que ela venceu foi em 2002, para deputada federal. Em 2006 se tornou senadora pelo Tocantins e foi reeleita em 2014, o único período em que ficou afastada do Senado foi enquanto esteve no comando do Ministério da Agricultura, durante o segundo mandato de Dilma Rousseff (PT).

Ao longo da carreira, Kátia Abreu se envolveu em várias polêmicas com ambientalistas. Ela também foi citada na operação Lava Jato durante as delações da Odebrecht, mas não chegou a ser indiciada.

Marcos de Souza (PRTB)

 A convenção do PRTB foi realizada na sede do partido (Foto: Divulgação/PRTB)

O PRTB realizou a convenção na sede do partido em Palmas, o evento foi no começo da noite. Marcos de Souza tem 64 anos e é natural de Minas Gerais. Ele é empreendedor e trabalha na iniciativa privada. Se mudou para o Tocantins quando o estado foi criado para ser um dos pioneiros. Foi vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (ACIPA) por dois mandatos.

Em 2006, assumiu a Secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade de Palmas, permanecendo no cargo até 2008. Ele foi responsável pela implantação das primeiras ciclovias e por mudanças no sistema de transporte público da cidade.

Marcos de Souza é graduado em Gestão Pública e lança uma campanha que prega equilíbrio econômico nas contas públicas, corte de despesas desnecessárias e o combate à corrupção.

Mauro Carlesse (PHS)

Mauro Carlesse vai concorrer ao cargo de governador enquanto ocupa o cargo interinamente (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O evento que lançou a candidatura de Mauro Carlesse foi no auditório da Assembleia Legislativa. Além de lideranças políticas, a militância do partido também esteve presente. A convenção só terminou no começo da noite, após vários discursos de apoiadores do governador interino.

“Nós temos condições de fazer do nosso estado o melhor estado do Brasil. Ele tem tudo para ser feito. Ele tem ferrovia, ele tem estradas para todos os lado, ele tem energia, ele tem alguns projetos que têm que ser terminados. E tem o melhor que nós temos que é o povo, querendo, precisando, necessitando. É por isso que eu entrei na política”, disse ele.

Carlesse nasceu em Terra Boa (PR) e no Tocantins atuou como empresário e agropecuarista. Ele iniciou na política ao se filiar no Partido Verde (PV) em 2011. Foi candidato a prefeito em Gurupi nas eleições de 2012. No ano seguinte, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e venceu as eleições de 2014 para deputado estadual.

Em 2015, Carlesse se envolveu em uma polêmica ao ser preso no departamento de assessoria militar da Assembleia Legislativa, em Palmas. A prisão foi decretada por causa de um processo de execução de pagamento de pensão alimentícia contra o parlamentar, que corre na comarca de Barueri (SP).

Na época, o advogado do parlamentar, Sandro Henrique Armando, disse que houve uma divergência nos valores defendidos pelas partes.

Atualmente, Carlesse ocupa o cargo de governador interino do Tocantins. Ele assumiu o Palácio Araguaia após a cassação de Marcelo Miranda (MDB) e Cláudia Lelis (PV).

Vicentinho Alves (PR)

Em 2008 foi eleito deputado federal e em 2011 ficou como suplente de senador. Alves assumiu a vaga que Marcelo Miranda não pode ocupar após ser barrado pela Lei da Ficha Limpa. Hoje é primeiro-secretário da mesa diretora do Senado.

Além da carreira política, Alves é piloto comercial, agropecuarista e empresário. A coligação dele é uma das mais amplas da campanha. O senador pretende fazer uma campanha voltada para a recuperação econômica, atração de investimentos e geração de empregos.

Mario Lucio Avelar (PSOL)

 PSOL lançou pré-candidatura de Mario Lucio de Avelar (Foto: Divulgação/PSOL)

A convenção do PSOL foi na tarde de sábado no auditório da Câmara de Vereadores de Palmas. Mario Lucio apresentou uma série de políticas públicas para serem implementadas durante o governo.

“A proposta passa pelo equilíbrio das contas públicas e de recuperação da capacidade de desenvolvimento do estado. É preciso haver um choque de gestão para recuperar o equilíbrio fiscal. E a partir daí deixar o estado em condições de desenvolver políticas públicas com base em transparência”.

Ele é natural de Minas Gerais e foi promotor de Justiça no Tocantins entre os anos de 1993 a 1996. Também atuou como procurador da República, entre 1996 a 2003. Formado em Direito e Economia, atualmente exerce o cargo de procurador da República de Goiás. Esta é a primeira vez que ele tenta uma candidatura a um cargo elegível.

Marlón Reis (Rede Sustentabilidade)

Rede lançou Marlón Reis como pré-candidato ao governo do Tocantins (Foto: Yananda Reis/Divulgação)

O Rede já havia anunciado o nome de Marlón Reis como pré-candidato, no fim de março. Durante a convenção, que foi realizada na tarde de sábado em hotel da capital, ele apresentou alguns pontos do plano de governo. Reis também vai disputar, pela primeira vez, um cargo político.

“Entendemos que esse período é de extrema importância. São seis meses que podem ser adotadas medidas preparatórias para um quadro real principalmente no combate à corrupção. É possível ampliar a transparência e revelar os dados reais das contas do estado, abrir diálogo com a sociedade sobre as demandas que podem ser supridas. Nesses seis meses, vamos preparar o Tocantins para os próximos quatro anos. É possível fazer um governo reorientando o Estado para que ele cumpra no futuro o papel que deve cumprir”.

Márlon Reis é natural de Pedro Afonso, na região central do estado, e se formou em Direito. Ele atuou como juiz eleitoral até 2016. Ganhou notoriedade ao relatar a Lei da Ficha Limpa, que torna inelegível por oito anos o candidato que tiver o seu mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado.

Ele também idealizou e fundou, junto com lideranças sociais, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

A cassação

O mandato de Marcelo Miranda (MDB) foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no fim de março por captação irregular de recursos. Mas no dia 6 de abril, ele conseguiu uma liminar no Supremo Tribunal Federal e voltou ao Palácio Araguaia até que o TSE julgasse os embargos de declaração, instrumento jurídico usado para esclarecer pontos contraditórios da sentença. Na última quarta-feira (18), os ministros do tribunal rejeitaram os embargos e decidiram manter o afastamento de Miranda.

Mauro Carlesse, presidente da Assembleia Legislativa, assumiu o cargo e fica até que seja realizada a eleição suplementar ou até que o ministro Gilmar Mendes julgue outra liminar do governador cassado Marcelo Miranda.

G1 Tocantins

Democratas anuncia que segue com Carlesse, com apoio de Eduardo, Dorinha e Siqueira

Com o apoio do Democratas, Carlesse aumenta o grupo em prol de sua candidatura, que também conta com PP, PPS, PRB, além de membros do MDB, Solidariedade, PSDB e de alguns partidos nanicos.

Em reunião finalizada no início da tarde deste domingo, 22, o Democratas definiu apoio à candidatura do governador interino Mauro Carlesse (PHS) às eleições suplementares de 3 de junho.

O apoio foi definido por unanimidade dentro do partido e uma ata foi assinada entre os membros e a presidente do Democratas no Tocantins, a deputada federal Professora Dorinha. O apoio do deputado estadual Eduardo Siqueira Campos e do ex-governador Siqueira Campos, membros do partido, também foi confirmado a Carlesse.

Com o apoio do Democratas, Carlesse aumenta o grupo em prol de sua candidatura, que também conta com PP, PPS, PRB, além de membros do MDB, Solidariedade, PSDB e de alguns partidos nanicos.

Um grupo de membros do Democratas, entre eles Dorinha e Eduardo, seguiu nesta tarde para a Assembleia Legislativa, onde acontece a convenção do PHS para oficializar o nome de Carlesse à disputa.

Conforme apurado,  a deputada estadual Valderez Castelo Branco (PP), que anunciou seu apoio a Carlesse, teria indicado o vice para a chapa: o vereador de Araguaína, soldado Alcivan, que deve ser confirmado na convenção desta tarde.

Acompanhe ao vivo pelo Facebook a convenção do PHS.

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Márlon Reis lança candidatura às eleições suplementares e anuncia vice neste domingo

O candidato destacou que pretende fazer uma campanha com base de apoio no voluntariado e de baixo investimento, apostando nas redes sociais.

Acompanhado por amigos, correligionários e simpatizantes, o juiz aposentado Márlon Reis (Rede) lançou sua candidatura ao Governo do Tocantins, nas eleições suplementares de 3 de junho, em convenção estadual do Rede, realizada em Palmas na tarde deste sábado, 21, e garantiu que não abrirá mão da majoritária, apesar de estar aberto a fazer alianças para ter um candidato a vice-governador de outro partido.

“Vamos esperar os demais partidos realizarem suas convenções amanhã. Nós já estamos conversando com alguns e devemos anunciar o vice amanhã, depois que todos fizerem suas convenções”, declarou, ao afirmar que é consenso do Rede não abrir mão de encabeçar a chapa.

“Não temos ainda um candidato a vice. Não porque não queiram, mas porque estamos escolhendo e garanto que amanhã todos ficarão sabendo quem será o vice de Márlon Reis. E uma coisa eu garanto: será uma pessoa ficha limpa, que em nada contribuiu para quebrar o estado do Tocantins”, disse Márlon.

O candidato destacou que pretende fazer uma campanha com base de apoio no voluntariado e de baixo investimento, apostando nas redes sociais. “É bom que eles comecem a colocar as barbas de molho, porque quem acha que vai ganhar a eleição às custas da ignorância está muito desatualizado”, desafiou Márlon aos adversários que criticam sua campanha.

Sobre os adversários Kátia Abreu (PDT) e Carlos Amastha (PSB), Márlon comentou quem ambos têm o direito de requerer seus registros de candidatura, mas pontuou que a constituição tem normas claras e compete à justiça dar a reposta sobre isso.O candidato atribuiu o desgaste pelo qual passa o Tocantins ao ex-governador Marcelo Miranda (MDB). “A culpa não é da Justiça. A culpa é de quem provocou isso com a prática de corrupção”, explicou, se referindo ao processo de cassação do mandato de Miranda.

Projetos

Márlon declarou que tem como projeto respirar sonhos de pessoas que acreditaram no Tocantins. “Não podemos mais retrocessos. Os servidores vivem com seus salários atrasados, inseguros, direitos não pagos. Em todas as áreas, o Governo não é aberto. O problema da corrupção é sério. Não é à toa que o Tocantins é palco disso, quantos aí estão indiciados”. Márlon falou de problemas da saúde e outros gargalos do Estado e os atribuiu à corrupção.

“Minha magistratura é limpa, os adversários devem estar procurando algo, mas não vão achar nada”, desafiou. Márlon falou do orgulho que tem de sua atuação, em especial na formulação da Lei da Ficha Limpa, e disse que seu próximo ato é a Inconfidência Tocantinense.

Nilmar Ruiz fortalece base

A ex-prefeita da Capital, Nilmar Ruiz, que é pré-candidata pelo Rede ao Senado nas eleições gerais de outubro, participou do evento e prometeu fortalecer a base de Márlon nas suplementares. Ela descartou ser a candidata a vice. “Não posso ser devido ao prazo de filiação”, explicou.

Pré-candidato a deputado estadual Wellington Lapeiro, intensifica visitas no sul e sudeste do Tocantins

O pré-candidato começou sua caminhada dia 14 de abril, em Conceição, percorreu por Gurupi, Jaú do Tocantins, Novo Horizonte, Palmeirópolis, Paranã, Povoado do Retiro e finaliza neste final de semana 21 em São Salvador.

No sentido de conseguir mais adesões a sua pré-candidatura rumo Assembleia Legislativa do Estado, durante esta semana o pré-candidato a deputado estadual, Wellington Lapeiro (Leto), esteve viajando em visitas a cidades do sul e sudeste do Tocantins aonde se reuniu com várias lideranças políticas, amigos de infância e conterrâneos, afim de conseguir apoio e mostrar algumas das suas inúmeras propostas de trabalhos que serão apresentadas no plenário da Assembleia Legislativa do Estado em prol do povo.

Em Palmeirópolis foi recebido pelo vereador Fábio Gonçalves, (a esquerda) e o educador físico Edilson Gonçalves.

Wellington Lapeiro é sangue novo na política tocantinense, mas autor de grandes ideias e projetos que irão ser apresentados para votação, onde a sua maioria, beneficiarão todas as classes do estado, mas principalmente, a classe mais humilde. Por onde esteve, suas propostas de trabalhos foram muitíssimas bem aceitas. 

Encontro emocionante com o Poeta José Milton de Morais Pessoa, grande amigo.

Ele disse a nossa equipe de reportagem que a idéia de entrar no meio politico partiu do Marlon Reis pelas redes sociais e pessoalmente. “O pré-candidato ao governo me fez o convite, eu nunca tinha pensado nisso antes, entrar na política, apesar de estar na veia da minha família. Meu compromisso não é o partido, mas a pessoas, quero poder fazer o melhor”, afirmou.   

Com amigos e lideranças políticas, dentre eles (da direira para esquerda), ex-vereador de Palmeirópolis Zé Adão, vereador Jamilton Guedes, Raimundo Maranhense e Machado a direita.

Conheça o perfil do pré-candidato a deputado estadual Wellington Lapeiro (Leto).

Um jovém de 45 anos, filho do primeiro prefeito do município de Palmeirópolis, Osvaldo de Souza Lima (Osvaldo Lapeiro) e professora Laudelice Milhomem, (família tradicional na região).

Seu Pai Osvaldo também foi prefeito de São Salvador do Tocantins onde reside até hoje. Com uma família de (4) irmãos, (Leto) é filiado ao partido REDE/SUSTENTABILIDADE e apoia o pré-candidato ao governo Márlon Reis.

Com Márlon Reis (REDE), pré-candidato ao governo do Tocantins

Hoje é funcionário Público estadual, concursado desde 1994. Trabalhou na Infraestrutura, ATR e AGETO. É graduado em educação física e pós-graduado em Gestão e segurança no trânsito.

Da redação