Kátia Abreu diz “ não farei campanha nojenta que possa me envergonhar”, durante reunião com lideranças política do Tocantins

Após a convenção do PDT, que referendou a candidatura da senadora Kátia Abreu ao governo, ela reuniu, em sua residência, mais de 400 lideranças políticas de todas as regiões do estado que vieram declarar apoio a sua candidatura.

O encontro ocorrido na noite de domingo, 22, também contou com a presença dos principais líderes dos partidos que apoiam sua candidatura, a exemplo do PEN, Avante, PSD, PDT e PSL. Na ocasião, Kátia Abreu anunciou o candidato a vice da chapa: o empresário Marco Antônio Costa.  

No discurso, Kátia Abreu fez um panorama de sua vida pública, falou sobre os desafios que enfrentou na vida, desde sua eleição para presidir o sindicato rural de Gurupi até ser eleita senadora. “Foram muitos os desafios para chegar aonde cheguei, somente Deus e minha família sabem o que enfrentei, mas não fugirei, a minha carreira não acabou, a minha luta não acabou. Podem vir com um caminhão de dinheiro que vou com minha força de trabalho e vamos vencer às eleições”, falou confiante.

Ela reforçou que quer debater projeto e não sua história de vida. “Nossa luta só está começando, quero enfrentá-los nos debates das universidades, nas televisões. Não sou melhor do que eles, mais sou, obstinada, aplicada e humilde para aprender e entender o meu estado. Nenhum dos candidatos conhecem o estado como eu conheço”.

Sem citar nomes, a candidata frisou não ser melhor que seus adversários, mas disse “ser diferente deles” e disparou “Eu não compro pessoas, não compro apoio, porque sou leal aos meus princípios, e ao povo do Tocantins. Não farei uma campanha nojenta que eu possa me envergonhar”, afirmou.  

Participação

Dentre as lideranças estavam presentes: os pré-candidatos a deputados estaduais nas eleições de outubro, Sargento Aragão, Manoel Queiroz, Júnior Luiz e José Augusto Pugliesi. Além dos pré-candidatos a deputados federais: Oswaldo Reis e Tom Lira.

Foto: Divulgação

Assessoria de comunicação – Kátia Abreu

Sete partidos lançam candidatos a governador para a eleição suplementar; veja lista

Duas convenções foram realizadas no sábado (21) e outras cinco no domingo (22). Partidos devem registrar candidaturas no TRE nesta segunda (23).

Sete partidos lançaram candidatos a governador do Tocantins para a eleição suplementar que será realizada em 3 de junho. As chapas precisam ser registradas nesta segunda-feira (23) no Tribunal Regional Eleitoral e ainda dependem da aprovação do TRE para ter validade.

Dois partidos, o PSOL e a REDE, fizeram as convenções no sábado (21)e os outros cinco, PSB, PDT, PRTB, PHS e PR, organizaram eventos no domingo (22).

Veja a seguir quem são os candidatos lançados neste domingo.

Carlos Amastha (PSB)

Amastha lançou a candidatura no Espaço Cultural, em Palmas (Foto: Divulgação/PT)

Amastha lançou a candidatura com um evento no Espaço Cultural em Palmas. O ex-prefeito disse que vai passar com uma caravana pelos 139 municípios do Tocantins, para isso o local foi decorado como uma rodoviária. O comitê de campanha dele será itinerante.

“A nossa única bandeira é fazer a revolução que este estado tanto precisa. O que a gente tem aqui hoje nessa convenção é exatamente isso”, disse Amastha durante o evento. “Cada vez que a gente visita um canto no Tocantins nunca me perguntam o que ‘O que você vai fazer pela juventude do Tocantins?’. Não, a pergunta é sempre mesma: ‘Você vai fazer pela juventude do Tocantins o que fez pela juventude de Palmas?’ e eu vou!”, disse o político.

O empresário e entrou para a política em 2012, quando foi eleito prefeito da capital pela primeira vez. Ele foi reeleito em 2016, mas renunciou no começo de abril para disputar a eleição.

Carlos Enrique Franco Amastha tem 56 anos e nasceu em Barranquilla, na Colômbia. Há mais de 30 anos reside no Brasil onde formou família e estabeleceu empreendimentos empresariais. Ele pode concorrer a cargos públicos por ter sido naturalizado brasileiro.

Primeiro prefeito estrangeiro de uma capital brasileira, Amastha é casado e pai de três filhos. Ele se apresenta como um político diferente dos tradicionais e combate o que costuma chamar de ‘velha política’.

Kátia Abreu (PDT)

Kátia Abreu lançou candidatura ao governo do Tocantins (Foto: Divulgação/PDT)

A candidatura de Kátia Abreu foi lançada na sede do PDT em Palmas. O evento não teve discursos ou a presença da militância. A senadora estava acompanhada de outras lideranças políticas do Tocantins e assinou a ata que oficializou a escolha do partido.

A senadora Kátia Abreu era pecuarista e comandava fazendas no sul do Tocantins quando começou sua carreira política. Ela passou pelo antigo PFL e foi filiada ao DEM, PSD e PMDB.

A primeira eleição que ela venceu foi em 2002, para deputada federal. Em 2006 se tornou senadora pelo Tocantins e foi reeleita em 2014, o único período em que ficou afastada do Senado foi enquanto esteve no comando do Ministério da Agricultura, durante o segundo mandato de Dilma Rousseff (PT).

Ao longo da carreira, Kátia Abreu se envolveu em várias polêmicas com ambientalistas. Ela também foi citada na operação Lava Jato durante as delações da Odebrecht, mas não chegou a ser indiciada.

Marcos de Souza (PRTB)

 A convenção do PRTB foi realizada na sede do partido (Foto: Divulgação/PRTB)

O PRTB realizou a convenção na sede do partido em Palmas, o evento foi no começo da noite. Marcos de Souza tem 64 anos e é natural de Minas Gerais. Ele é empreendedor e trabalha na iniciativa privada. Se mudou para o Tocantins quando o estado foi criado para ser um dos pioneiros. Foi vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (ACIPA) por dois mandatos.

Em 2006, assumiu a Secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade de Palmas, permanecendo no cargo até 2008. Ele foi responsável pela implantação das primeiras ciclovias e por mudanças no sistema de transporte público da cidade.

Marcos de Souza é graduado em Gestão Pública e lança uma campanha que prega equilíbrio econômico nas contas públicas, corte de despesas desnecessárias e o combate à corrupção.

Mauro Carlesse (PHS)

Mauro Carlesse vai concorrer ao cargo de governador enquanto ocupa o cargo interinamente (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O evento que lançou a candidatura de Mauro Carlesse foi no auditório da Assembleia Legislativa. Além de lideranças políticas, a militância do partido também esteve presente. A convenção só terminou no começo da noite, após vários discursos de apoiadores do governador interino.

“Nós temos condições de fazer do nosso estado o melhor estado do Brasil. Ele tem tudo para ser feito. Ele tem ferrovia, ele tem estradas para todos os lado, ele tem energia, ele tem alguns projetos que têm que ser terminados. E tem o melhor que nós temos que é o povo, querendo, precisando, necessitando. É por isso que eu entrei na política”, disse ele.

Carlesse nasceu em Terra Boa (PR) e no Tocantins atuou como empresário e agropecuarista. Ele iniciou na política ao se filiar no Partido Verde (PV) em 2011. Foi candidato a prefeito em Gurupi nas eleições de 2012. No ano seguinte, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e venceu as eleições de 2014 para deputado estadual.

Em 2015, Carlesse se envolveu em uma polêmica ao ser preso no departamento de assessoria militar da Assembleia Legislativa, em Palmas. A prisão foi decretada por causa de um processo de execução de pagamento de pensão alimentícia contra o parlamentar, que corre na comarca de Barueri (SP).

Na época, o advogado do parlamentar, Sandro Henrique Armando, disse que houve uma divergência nos valores defendidos pelas partes.

Atualmente, Carlesse ocupa o cargo de governador interino do Tocantins. Ele assumiu o Palácio Araguaia após a cassação de Marcelo Miranda (MDB) e Cláudia Lelis (PV).

Vicentinho Alves (PR)

Em 2008 foi eleito deputado federal e em 2011 ficou como suplente de senador. Alves assumiu a vaga que Marcelo Miranda não pode ocupar após ser barrado pela Lei da Ficha Limpa. Hoje é primeiro-secretário da mesa diretora do Senado.

Além da carreira política, Alves é piloto comercial, agropecuarista e empresário. A coligação dele é uma das mais amplas da campanha. O senador pretende fazer uma campanha voltada para a recuperação econômica, atração de investimentos e geração de empregos.

Mario Lucio Avelar (PSOL)

 PSOL lançou pré-candidatura de Mario Lucio de Avelar (Foto: Divulgação/PSOL)

A convenção do PSOL foi na tarde de sábado no auditório da Câmara de Vereadores de Palmas. Mario Lucio apresentou uma série de políticas públicas para serem implementadas durante o governo.

“A proposta passa pelo equilíbrio das contas públicas e de recuperação da capacidade de desenvolvimento do estado. É preciso haver um choque de gestão para recuperar o equilíbrio fiscal. E a partir daí deixar o estado em condições de desenvolver políticas públicas com base em transparência”.

Ele é natural de Minas Gerais e foi promotor de Justiça no Tocantins entre os anos de 1993 a 1996. Também atuou como procurador da República, entre 1996 a 2003. Formado em Direito e Economia, atualmente exerce o cargo de procurador da República de Goiás. Esta é a primeira vez que ele tenta uma candidatura a um cargo elegível.

Marlón Reis (Rede Sustentabilidade)

Rede lançou Marlón Reis como pré-candidato ao governo do Tocantins (Foto: Yananda Reis/Divulgação)

O Rede já havia anunciado o nome de Marlón Reis como pré-candidato, no fim de março. Durante a convenção, que foi realizada na tarde de sábado em hotel da capital, ele apresentou alguns pontos do plano de governo. Reis também vai disputar, pela primeira vez, um cargo político.

“Entendemos que esse período é de extrema importância. São seis meses que podem ser adotadas medidas preparatórias para um quadro real principalmente no combate à corrupção. É possível ampliar a transparência e revelar os dados reais das contas do estado, abrir diálogo com a sociedade sobre as demandas que podem ser supridas. Nesses seis meses, vamos preparar o Tocantins para os próximos quatro anos. É possível fazer um governo reorientando o Estado para que ele cumpra no futuro o papel que deve cumprir”.

Márlon Reis é natural de Pedro Afonso, na região central do estado, e se formou em Direito. Ele atuou como juiz eleitoral até 2016. Ganhou notoriedade ao relatar a Lei da Ficha Limpa, que torna inelegível por oito anos o candidato que tiver o seu mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado.

Ele também idealizou e fundou, junto com lideranças sociais, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

A cassação

O mandato de Marcelo Miranda (MDB) foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no fim de março por captação irregular de recursos. Mas no dia 6 de abril, ele conseguiu uma liminar no Supremo Tribunal Federal e voltou ao Palácio Araguaia até que o TSE julgasse os embargos de declaração, instrumento jurídico usado para esclarecer pontos contraditórios da sentença. Na última quarta-feira (18), os ministros do tribunal rejeitaram os embargos e decidiram manter o afastamento de Miranda.

Mauro Carlesse, presidente da Assembleia Legislativa, assumiu o cargo e fica até que seja realizada a eleição suplementar ou até que o ministro Gilmar Mendes julgue outra liminar do governador cassado Marcelo Miranda.

G1 Tocantins

Democratas anuncia que segue com Carlesse, com apoio de Eduardo, Dorinha e Siqueira

Com o apoio do Democratas, Carlesse aumenta o grupo em prol de sua candidatura, que também conta com PP, PPS, PRB, além de membros do MDB, Solidariedade, PSDB e de alguns partidos nanicos.

Em reunião finalizada no início da tarde deste domingo, 22, o Democratas definiu apoio à candidatura do governador interino Mauro Carlesse (PHS) às eleições suplementares de 3 de junho.

O apoio foi definido por unanimidade dentro do partido e uma ata foi assinada entre os membros e a presidente do Democratas no Tocantins, a deputada federal Professora Dorinha. O apoio do deputado estadual Eduardo Siqueira Campos e do ex-governador Siqueira Campos, membros do partido, também foi confirmado a Carlesse.

Com o apoio do Democratas, Carlesse aumenta o grupo em prol de sua candidatura, que também conta com PP, PPS, PRB, além de membros do MDB, Solidariedade, PSDB e de alguns partidos nanicos.

Um grupo de membros do Democratas, entre eles Dorinha e Eduardo, seguiu nesta tarde para a Assembleia Legislativa, onde acontece a convenção do PHS para oficializar o nome de Carlesse à disputa.

Conforme apurado,  a deputada estadual Valderez Castelo Branco (PP), que anunciou seu apoio a Carlesse, teria indicado o vice para a chapa: o vereador de Araguaína, soldado Alcivan, que deve ser confirmado na convenção desta tarde.

Acompanhe ao vivo pelo Facebook a convenção do PHS.

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Márlon Reis lança candidatura às eleições suplementares e anuncia vice neste domingo

O candidato destacou que pretende fazer uma campanha com base de apoio no voluntariado e de baixo investimento, apostando nas redes sociais.

Acompanhado por amigos, correligionários e simpatizantes, o juiz aposentado Márlon Reis (Rede) lançou sua candidatura ao Governo do Tocantins, nas eleições suplementares de 3 de junho, em convenção estadual do Rede, realizada em Palmas na tarde deste sábado, 21, e garantiu que não abrirá mão da majoritária, apesar de estar aberto a fazer alianças para ter um candidato a vice-governador de outro partido.

“Vamos esperar os demais partidos realizarem suas convenções amanhã. Nós já estamos conversando com alguns e devemos anunciar o vice amanhã, depois que todos fizerem suas convenções”, declarou, ao afirmar que é consenso do Rede não abrir mão de encabeçar a chapa.

“Não temos ainda um candidato a vice. Não porque não queiram, mas porque estamos escolhendo e garanto que amanhã todos ficarão sabendo quem será o vice de Márlon Reis. E uma coisa eu garanto: será uma pessoa ficha limpa, que em nada contribuiu para quebrar o estado do Tocantins”, disse Márlon.

O candidato destacou que pretende fazer uma campanha com base de apoio no voluntariado e de baixo investimento, apostando nas redes sociais. “É bom que eles comecem a colocar as barbas de molho, porque quem acha que vai ganhar a eleição às custas da ignorância está muito desatualizado”, desafiou Márlon aos adversários que criticam sua campanha.

Sobre os adversários Kátia Abreu (PDT) e Carlos Amastha (PSB), Márlon comentou quem ambos têm o direito de requerer seus registros de candidatura, mas pontuou que a constituição tem normas claras e compete à justiça dar a reposta sobre isso.O candidato atribuiu o desgaste pelo qual passa o Tocantins ao ex-governador Marcelo Miranda (MDB). “A culpa não é da Justiça. A culpa é de quem provocou isso com a prática de corrupção”, explicou, se referindo ao processo de cassação do mandato de Miranda.

Projetos

Márlon declarou que tem como projeto respirar sonhos de pessoas que acreditaram no Tocantins. “Não podemos mais retrocessos. Os servidores vivem com seus salários atrasados, inseguros, direitos não pagos. Em todas as áreas, o Governo não é aberto. O problema da corrupção é sério. Não é à toa que o Tocantins é palco disso, quantos aí estão indiciados”. Márlon falou de problemas da saúde e outros gargalos do Estado e os atribuiu à corrupção.

“Minha magistratura é limpa, os adversários devem estar procurando algo, mas não vão achar nada”, desafiou. Márlon falou do orgulho que tem de sua atuação, em especial na formulação da Lei da Ficha Limpa, e disse que seu próximo ato é a Inconfidência Tocantinense.

Nilmar Ruiz fortalece base

A ex-prefeita da Capital, Nilmar Ruiz, que é pré-candidata pelo Rede ao Senado nas eleições gerais de outubro, participou do evento e prometeu fortalecer a base de Márlon nas suplementares. Ela descartou ser a candidata a vice. “Não posso ser devido ao prazo de filiação”, explicou.

Pré-candidato a deputado estadual Wellington Lapeiro, intensifica visitas no sul e sudeste do Tocantins

O pré-candidato começou sua caminhada dia 14 de abril, em Conceição, percorreu por Gurupi, Jaú do Tocantins, Novo Horizonte, Palmeirópolis, Paranã, Povoado do Retiro e finaliza neste final de semana 21 em São Salvador.

No sentido de conseguir mais adesões a sua pré-candidatura rumo Assembleia Legislativa do Estado, durante esta semana o pré-candidato a deputado estadual, Wellington Lapeiro (Leto), esteve viajando em visitas a cidades do sul e sudeste do Tocantins aonde se reuniu com várias lideranças políticas, amigos de infância e conterrâneos, afim de conseguir apoio e mostrar algumas das suas inúmeras propostas de trabalhos que serão apresentadas no plenário da Assembleia Legislativa do Estado em prol do povo.

Em Palmeirópolis foi recebido pelo vereador Fábio Gonçalves, (a esquerda) e o educador físico Edilson Gonçalves.

Wellington Lapeiro é sangue novo na política tocantinense, mas autor de grandes ideias e projetos que irão ser apresentados para votação, onde a sua maioria, beneficiarão todas as classes do estado, mas principalmente, a classe mais humilde. Por onde esteve, suas propostas de trabalhos foram muitíssimas bem aceitas. 

Encontro emocionante com o Poeta José Milton de Morais Pessoa, grande amigo.

Ele disse a nossa equipe de reportagem que a idéia de entrar no meio politico partiu do Marlon Reis pelas redes sociais e pessoalmente. “O pré-candidato ao governo me fez o convite, eu nunca tinha pensado nisso antes, entrar na política, apesar de estar na veia da minha família. Meu compromisso não é o partido, mas a pessoas, quero poder fazer o melhor”, afirmou.   

Com amigos e lideranças políticas, dentre eles (da direira para esquerda), ex-vereador de Palmeirópolis Zé Adão, vereador Jamilton Guedes, Raimundo Maranhense e Machado a direita.

Conheça o perfil do pré-candidato a deputado estadual Wellington Lapeiro (Leto).

Um jovém de 45 anos, filho do primeiro prefeito do município de Palmeirópolis, Osvaldo de Souza Lima (Osvaldo Lapeiro) e professora Laudelice Milhomem, (família tradicional na região).

Seu Pai Osvaldo também foi prefeito de São Salvador do Tocantins onde reside até hoje. Com uma família de (4) irmãos, (Leto) é filiado ao partido REDE/SUSTENTABILIDADE e apoia o pré-candidato ao governo Márlon Reis.

Com Márlon Reis (REDE), pré-candidato ao governo do Tocantins

Hoje é funcionário Público estadual, concursado desde 1994. Trabalhou na Infraestrutura, ATR e AGETO. É graduado em educação física e pós-graduado em Gestão e segurança no trânsito.

Da redação

Carlesse dá posse para secretários e promete reduzir gasto com pessoal

Mauro Carlesse assumiu governo do estado no início da tarde. Governador interino prometeu dar continuidade a projetos e iniciar mutirão de cirurgias.

Durante a reunião, o governador interino afirmou que vai fazer um estudo para reduzir a folha de pagamento sem comprometer os serviços, além de dar andamento ao mutirão de cirurgias eletivas. “É hora de nos unirmos em prol do Estado do Tocantins. Esse é um momento de transição. Nosso compromisso é cumprir as metas para melhorar a vida do tocantinense”, afirmou.

Carlesse assumiu o cargo no início da tarde, após sessão especial na Assembleia Legislativa. Durante entrevista, ele afirmou que vai manter a realização da 18ª edição da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins) e pretende tomar uma medida para recuperar as estradas do estado. “Não podemos parar as ações como a Agrotins e outras que estavam encaminhadas. Não podemos parar, temos que dar continuidade.”

Mauro Carlesse fica como governador até que a eleição suplementar seja feita, em junho. Ou até que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda uma nova liminar ao governador cassado Marcelo Miranda (MDB).

Entenda

O presidente da Assembleia Legislativa (AL), Mauro Carlesse (PHS), foi notificado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para assumir o governo do Estado durante a manhã desta quinta-feira.

O deputado precisou assumir novamente o governo porque o Tribunal Superior eleitoral rejeitou os embargos de declaração de Marcelo Miranda (MDB). O julgamento foi n a última quarta-feira (17).

T1noticias

TSE publica acórdão que determina afastamento de Marcelo Miranda do governo

Documento foi publicado na tarde desta quarta-feira (18). O Tribunal Regional Eleitoral informou que ainda não foi notificado.

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou, na tarde desta quarta-feira (18), o acórdão que determina o afastamento do governador do Tocantins, Marcelo Miranda (MDB), e da vice-governadora, Cláudia Lelis (PV). O Tribunal Regional Eleitoral informou que ainda não foi notificado.

Após a publicação, o TSE envia um comunicado para o TRE, que deve notificar o presidente da Assembleia Legislativa, Mauro Carlesse para reassumir ao cargo. Governador cassado e vice também serão notificados para deixarem o comando do estado.

O advogado de Marcelo Mirando informou que deve entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal ainda nesta quarta-feira (18).

Na terça-feira (17), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu negar recurso da defesa e manter a cassação do governador Marcelo Miranda e da vice, Cláudia Lelis, por arrecadação ilícita de recursos na campanha de 2014 para o governo do Tocantins.

A Corte negou embargos de declaração, recurso para esclarecer pontos de uma decisão. Mas Miranda permanecerá no cargo temporariamente, amparado por uma liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes do último dia 6.

Os ministros do TSE decidiram negar os embargos de Miranda e conceder em parte o da defesa de Cláudia Lelis, apenas para corrigir a informação sobre seu partido na decisão da Corte.

Entenda o caso

O TSE, por 5 a 2, determinou a cassação da chapa no dia 22 de março, além da realização imediata de novas eleições. Mas os embargos ainda não tinham sido analisados.

O Ministério Público Eleitoral acusou Miranda por abuso de poder político e econômico e arrecadação ilegal de recursos (caixa 2) na campanha.

Segundo o MPE, uma aeronave apreendida por policiais federais em Piracanjuba (GO), em setembro de 2014, levava R$ 500 mil e quase quatro quilos de material de campanha de Marcelo Miranda.

Ainda segundo a acusação, R$ 1,5 milhão teriam sido destinados à campanha de Marcelo Miranda inclusive por contratos e operações simuladas e movimentados por contas de laranjas, uma delas de um estagiário, com diversas quantias sacadas em espécie na boca do caixa.

G1 Tocantins

Temer tem pior índice de candidato à reeleição e seu apoio afastaria 86% de eleitores

Em todos os cenários em que Michel Temer aparece como candidato, sua intenção de voto varia entre 1% e 2%.

O candidato que receber o apoio público do presidente Michel Temer (MDB) — caso ele mesmo não concorra à reeleição — pode não contar com os votos da grande maioria do eleitorado brasileiro. É o que mostra a última pesquisa Datafolha sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições deste ano, divulgada neste domingo, 15, pelo jornal Folha de São Paulo.

A pesquisa foi realizada de quarta-feira, 11, a sexta-feira, 13, com 4.194 entrevistas em 227 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com a pesquisa, questionados se votariam em um candidato apoiado pelo atual presidente, 86% dos entrevistados disseram que não. Outros 9% responderam que talvez votassem na indicação de Temer, e apenas 3% votariam com certeza em seu apoiado. Outros 2% não souberam responder.

O resultado de Temer é o pior entre três apoios analisados na pesquisa: o Datafolha também perguntou se os eleitores votariam em um candidato apoiado pelos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

No caso do petista – que inclusive foi testado em três cenários de intenções de votos e liderou todos -, 30% com certeza votariam em seu candidato e 16% talvez votassem. No universo de eleitores pesquisados, 52% não votariam na indicação de Lula. No caso do tucano, 66% não votariam em seu candidato, 21% talvez votassem e 10% com certeza votariam.

Presidente alcança 2% das intenções de voto

Em todos os cenários em que Michel Temer aparece como candidato, sua intenção de voto varia entre 1% e 2%. Desde que a reeleição foi estabelecida no Brasil, durante o primeiro mandato de FHC (de 1995 a 2002), nenhum presidente pré-candidato a um novo mandato apareceu nas pesquisas de março ou abril do ano do pleito em situação tão precária quanto as experimentadas agora por Temer.

Segundo o Datafolha, Dilma Rousseff (PT) chegou em abril de 2014, ano que disputaria a reeleição, com 37% das intenções de voto. Antes dela, Lula chegou a abril no ano da reeleição, 2006, com 40%, também segundo o Datafolha na época. Com Fernando Henrique Cardoso foi parecido, e ele entrou em abril de 1998 com 34% das intenções de voto. Os três conseguiram se reeleger.

MDB ainda não decidiu se lança Temer (e) ou Meirelles à Presidência

Aliados avaliavam, reservadamente e em declarações na imprensa, que Temer sentia-se confiante com a recuperação de indicadores da economia, que apontam retomada do crescimento. Ele acreditava também que a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, entregue à responsabilidade do Exército, refletiria positivamente nas pesquisas e ajudaria Temer a alavancar suas intenções de voto.

Este foi o primeiro levantamento do Datafolha sobre a corrida presidencial depois da intervenção, que completou um mês no dia 18 sem resultados de impacto.

Apesar do interesse publicamente manifestado em tentar a reeleição, Temer ainda não foi oficializado pelo MDB como pré-candidato e enfrenta a concorrência de seu ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que se filiou ao partido para tentar disputar o Planalto. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo neste domingo, Meirelles reiterou que não quer ser vice em uma eventual chapa encabeçada por Temer.

Lula continua liderando nas pesquisas mesmo preso e Marina encosta em Bolsonaro

Sem Lula, 34% dos nordestinos declaram voto nulo ou branco nas eleições.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue na liderança da corrida eleitoral, mostrou a mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada neste domingo, 15, uma semana depois de o líder petista ter sido preso no âmbito da operação Lava Jato.

Embora ainda lidere, o apoio a Lula diminuiu ante à pesquisa de janeiro. No melhor cenário agora, ele tem 31 por cento das intenções de voto, enquanto no final de janeiro seu melhor desempenho era de 37 por cento. O Datafolha ressalta, porém, que, como houve mudanças de pré-candidatos, não é possível fazer uma comparação direta entre as duas pesquisas.

Com Lula candidato, o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) segue isolado em segundo lugar. Sem o petista candidato, a ex-senadora Marina Silva (Rede) cresce e encosta no deputado, configurando empate técnico —Bolsonaro aparece com 17 por cento e Marina chega até 16 por cento.

A margem de erro da pesquisa, realizada entre 11 e 13 de abril com 4.194 pessoas em 227 municípios, é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Mas quem “lidera” quando Lula não aparece como candidato é o segmento dos votos brancos/nulo/nenhum, que chega a 24 por cento.

Com Lula candidato, Bolsonaro tem até 16 por cento e Marina, 10 por cento. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) também cresce sem o petista no páreo, passando de 5 para 9 por cento.

Entre outros pré-candidatos, o Datafolha mostrou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) com 6 por cento das intenções de voto, quando Lula aparece como candidato, e até 8 por cento sem Lula.

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) tem 1 por cento nas duas situações, enquanto o presidente Michel Temer aparece com 1 por cento e até 2 por cento, respectivamente, com e sem Lula.

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (PSB) tem 8 por cento, quando Lula é candidato, e chega a 10 por cento sem ele.

Apesar de Lula estar preso —cumprindo pena por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP)—, o PT segue afirmando que seu principal líder é o candidato do partido nas eleições presidenciais de outubro.

Nos cenários sem Lula, o Datafolha considerou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad ou o ex-ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia Jaques Wagner como potenciais candidatos do PT. Haddad aparece com 2 por cento e Wagner, com 1 por cento.

O Datafolha mostrou que 54 por cento das pessoas consideram a prisão de Lula como justa. Para 62 por cento dos pesquisados, o petista não disputará o pleito de outubro.

Por fim, o instituto de pesquisas disse que dois de cada três apoiadores de Lula votariam em alguém indicado por ele para as eleições caso o petista não possa mesmo disputar as eleições.

PGR interpõe agravo contra liminar que retornou Miranda e pede cassação imediata

A procuradora-geral pontua o “absoluto descabimento da petição” feita pela defesa de Miranda e faz uma crítica a Gilmar Mendes por ter entrado à frente e suspendido temporariamente a decisão do TSE.

O Ministério Público Eleitoral, pela Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, interpôs ontem, 12, Agravo Interno contra a decisão monocrática, de 5 de abril, concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, que deferiu liminar para suspender a execução do cumprimento de acórdão do Tribunal Superior Eleitoral que determina o afastamento de Marcelo Miranda do cargo de governador do Tocantins e a realização de novas eleições, permitindo que Miranda retornasse ao cargo até o julgamento dos embargos apresentados por sua defesa.

Na petição, a procuradora-geral aponta as razões elencadas pelo STF para conceder a liminar. “O Supremo Tribunal Federal concedeu a liminar por entender que: primeiro, apesar de ausência de previsão legal expressa, sempre se assegurou à Suprema Corte ‘a suspensão de decisões de instâncias inferiores, em casos teratológicos, com base no poder geral de cautela’; segundo, há fumaça do bom direito em razão da existência do art. 257 do Código Eleitoral e de acórdão do Tribunal Superior Eleitoral quanto à necessidade de esgotamento das instâncias ordinárias; terceiro, há fundamentos constitucionais relevantes na petição; quarto, em razão do princípio da segurança jurídica, ‘o Tribunal que exerce o papel de órgão de cúpula da Justiça Eleitoral, deve adotar tais cautelas por ocasião das chamadas viragens jurisprudenciais na interpretação dos preceitos constitucionais que dizem respeito aos direitos políticos e ao processo eleitoral’; e, finalmente, no caso do ‘prefeito itinerante’ (RE637.485) o Supremo Tribunal Federal estabeleceu precedente sem retroatividade dos efeitos. E logo em seguida Raquel Dodge afirma que “cabe, por ora, examinar as razões que justificam o provimento do presente agravo, a fim de que seja cassada, pelo órgão colegiado, a liminar deferida”.

A procuradora-geral pontua o “absoluto descabimento da petição” feita pela defesa de Miranda, “na medida em que ainda não se abriu, por assim dizer, a jurisdição extraordinária do STF, pois não houve sequer a interposição de recurso extraordinário”. E ainda faz uma crítica a Gilmar Mendes por ter entrado à frente e suspendido temporariamente a decisão do pleno do TSE. “Não se pode permitir o uso exacerbado do poder geral de cautela do Ministro da Suprema Corte, sob pena de suprimir e desmoralizar as instâncias ordinárias. Do mesmo modo, ainda que se admita o exercício do poder geral de cautela dessa Corte Suprema, tal exercício deve ocorrer de forma prudente e cautelosa. Não por outra razão, somente se admite sua utilização de forma excepcional, desde que demonstrada manifesta ilegalidade ou teratologia. No caso em tela, não se pode falar em teratologia, tampouco dizer que há fundamentos constitucionais relevantes na petição do mandatário afastado”.

Raquel Dodge concluiu pedindo que “a decisão antecipatória da tutela provisória deve ser reformada. Assim, requeiro a reconsideração da decisão agravada ou a submissão do presente recurso ao colegiado, para prover o agravo, com a cassação da liminar”.

Julgamento dos embargos

Já está na pauta do TSE para a próxima terça-feira, 17, o julgamento dos embargos apresentados pela defesa de Marcelo Miranda. O recurso entrou em pauta no Tribunal Superior Eleitoral para ontem, 12, e foi retirado em seguida porque não havia sido observado o prazo de 24 horas entre a publicação da pauta e o julgamento.

Confira aqui a íntegra da petição.

T1noticias