Em ano eleitoral, maioria dos deputados estaduais do TO afirma que buscará reeleição

A maioria dos deputados estaduais do Tocantins afirma que irá buscar a reeleição e que é cedo para definir apoio a candidatura para o Executivo.

Na primeira sessão da Assembleia Legislativa em 2018, realizada na manhã desta quinta-feira, 1º, os deputados estaduais comentaram suas pretensões para as eleições deste ano.

A maioria afirma que irá buscar a reeleição. Já sobre apoio aos pré-candidatos ao governo do Estado, os parlamentares disseram que é precipitado um anúncio neste momento.

Entre os entrevistados nesta manhã, apenas Ricardo Ayres se posicionou e saiu em defesa da candidatura do prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB). 

Sobre as reeleições, Toninho Andrade (PSD) afirma que vai concorrer, mas disse que quer deixar para depois do carnaval sua caminhada pelo Estado, ressaltando ainda que não tem definido o seu apoio para a disputa ao governo. “Defino no dia 3 de abril”, pontuou o deputado que está em seu quarto mandato.

Luana Ribeiro (PDT) evidenciou que mesmo com o clamor para que ela dispute uma vaga no Congresso Nacional, ela pretende sair, novamente, como deputada estadual. “Gosto do Tocantins. Quero ficar aqui”. A deputada viaja nesta quinta para Araguaína para cumprir agenda pelos municípios da região Norte do Estado.

O deputado Ricardo Ayres, recém regresso à Casa após ter exercido o cargo de secretário de Desenvolvimento Urbano de Palmas, disse que se manterá no cargo até o final do mantado e sai também para reeleição. Seu apoio é pela candidatura do prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB). Ricardo garantiu, também, que Alan Barbiero, que o substituiu na AL no momento em que ele esteve como secretário, será lançado pelo partido como candidato ao Senado Federal em grande evento que será divulgado em breve.  

O petista Zé Roberto revelou que ainda está em um momento de planejamento e  discussão, mas que deve sair à reeleição. Sua pré-campanha pelo Estado começa amanhã com o deputado Paulo Mourão (PT), que buscará sua candidatura ao governo do Estado. Juntos, os parlamentares vão visitar Caseara, Marianópolis, Divinópolis, Abreulândia e Dois Irmãos.

O deputado Ivory de Lira (PPL), que assumiu a vaga do deputado Júnior Evangelista (PSC), que deixou a AL para ser secretário de Habitação de Palmas, ambiciona com as eleições uma vaga permanente na Casa.

A líder do Governo na Casa, deputada Valderez Castelo Branco (PP), afirmou que também vai à reeleição. E o deputado Eli Borges (Pros) revelou que ainda não definiu seu posicionamento para as eleições deste ano.

Reportagem do T1tocantins

Após condenação, Lula mantém entre 34% e 37% das intenções de voto

Petista lidera os cinco cenários em que é incluído na pesquisa.

Após ter a condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve os índices de intenção de voto na corrida presidencial que tinha em dezembro, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na madrugada desta quarta-feira, 31, pela Folha de S.Paulo.

O petista lidera os cinco cenários em que é incluído, com entre 34% e 37% da preferência do eleitorado – mesma faixa do levantamento de dezembro.

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) vem em segundo lugar, com 15% a 18% das intenções de voto – no mês passado, o parlamentar tinha entre 17% e 18%.

A pesquisa foi feita na segunda-feira, 29, e na terça-feira, 30 – após, portanto, o julgamento no TRF-4, que ocorreu na quarta-feira, 24, e que pode tirar Lula da disputa por causa da Lei da Ficha Limpa.

Nos cinco cenários que incluem Lula, o terceiro lugar apresenta empate técnico. Na primeira simulação, Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) têm 7% e Joaquim Barbosa (sem partido), 5%. No segundo cenário, Alckmin e Ciro mantêm os 7%, e Alvaro Dias (Podemos) tem 4%.

Na terceira simulação, Marina Silva (Rede) aparece com 8% e Luciano Huck (sem partido) tem 6% – mesmo porcentual de Alckmin e Ciro. Numa quarta hipótese, Marina tem 10%, Ciro, 7%, Dias, 4%, e João Doria (PSDB), 4%.

Um quinto cenário apresenta Marina com 7%, Alckmin e Ciro com 6%, Huck com 5%, Barbosa e Dias com 3% – neste caso, o presidente Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ficam com 1% cada.

No segundo turno, Lula venceria Alckmin (49% a 30%) e Marina (47% a 32%) e Bolsonaro (49% a 32%).

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Temer: ‘Quero que Lula dispute a eleição e seja vencido no voto’

Presidente da República também afirmou que aproveitará os últimos seis meses na Presidência para recuperar seus “aspectos morais”.

presidente da República, Michel Temer, tem aproveitado o recesso parlamentar para investir em participações em programas de rádio e TV tradicionais. Na manhã desta segunda-feira (29), ele está em São Paulo, onde deu entrevista ao vivo para o programa Jornal Gente, na Rádio Bandeirantes.

Ao falar sobre a condenação do ex-presidente Lula, na semana passada, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Temer afirmou que não faria comentários do ponto de vista jurídico. “Do ponto de vista jurídico, não dou palpite”.

O petista foi condenado a 12 anos e um mês de prisão, em regime fechado, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Já ao ser questionado sobre o cenário político, o presidente da República defendeu a candidatura de Lula. “Eu, preferencialmente, queria que ele pudesse disputar a eleição, e que fosse vencido no voto”, destacou.

Segundo Temer, a ausência do petista não contribui para a estabilidade nacional. “A sua não-participação tensiona o Brasil, e o que nós temos de fazer é distensionar o país. Não queremos brasileiro contra brasileiro”, afirmou.

O presidente também avaliou que Lula está vivo politicamente, apesar da sentença. “Eu acho que a figura dele é de muito carisma, não é à toa que está em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. Não sei se ele está morto eleitoralmente, depois da condenação, se participará ou não da disputa, mas sei que politicamente ele não está morto”, destacou.

Sobre uma possível candidatura ao Planalto, Temer negou. “Eu estou cumprindo muito bem o meu papel e estou satisfeito, mas quero alguém que defenda meu legado”, disse. Depois, completou afirmando que pretende recuperar a sua imagem. “Eu fui, de algum modo, desmoralizado. E quem conhece a minha vida e a minha conduta sabe disso. Por isso, vou dedicar esses últimos meses a recuperar meus aspectos morais. Não vou mais admitir que digam ‘o presidente é trambiqueiro’. Os meus detratores estão na cadeira, e quem não está preso está desmoralizados, fo desmascarado”.

Questionado sobre o fato de as acusações a que se referiu terem surgido não apenas por parte da oposição, mas também do Ministério Público Federal (MPF), Temer criticou a atuação do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “O problema não é o Ministério Público, mas um membro do Ministério Público, que não teve tranquilidade nem serenidade suficientes para lidar com as demandas”, disse Temer.

O presidente ainda se esquivou da resposta sobre o lançamento de uma candidatura própria do MDB à Presidência. “Vocês me convidam para vir aqui no final de maio e eu digo”. Ele ainda afirmou que gostaria de ser lembrado “como alguém que produziu um legado positivo para o Brasil”.

Noticias ao Minuto

PT vai lançar candidatura de Lula a presidência nesta quinta-feira

“O PT não trabalha com outro nome, nosso candidato à presidência da República é Lula”, disse Padilha.

O vice-presidente nacional do PT, Alexandre Padilha, reiterou na manhã desta quinta-feira, 25, em entrevista à Rádio Eldorado, que, independentemente do resultado do julgamento de quarta-feira, 24, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o partido lançará nesta quinta, na reunião de seu Diretório Nacional, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva como cabeça de chapa à Presidência da República, nas eleições gerais de outubro deste ano. “O PT não trabalha com outro nome, nosso candidato à presidência da República é Lula”, disse Padilha.

Ele destacou que a sigla está apenas seguindo a legislação eleitoral que permite apresentar o ex-presidente como candidato. “Vamos formalizar a candidatura de Lula ao Planalto em agosto.”

Na quarta, o colegiado do TRF-4 de Porto Alegre, segunda instância da Justiça, confirmou por unanimidade a sentença do juiz Sérgio Moro, que condenou Lula no caso do tríplex do Guarujá.

E foi além, elevando sua pena de 9 anos e seis meses de prisão para 12 anos e um mês. Além disso, autorizou a prisão imediata do líder petista, após serem esgotados os recursos de sua defesa.

Para Padilha, todos os esforços do TRF-4, inclusive o de “antecipar o julgamento da ação de Lula”, foi uma manobra para tentar tirá-lo do quadro eleitoral neste pleito presidencial. Contudo, o vice-presidente nacional do PT pontuou, na entrevista, o lado positivo dessa ofensiva: “A violência brutal sofrida por Lula só unificou o PT em torno de sua candidatura à presidência da República, ajudou a aglutinar o centro/esquerda, mesmo nomes não ligados ao PT, como Fernando Henrique Cardoso, saíram em defesa do ex-presidente, e tudo isso irá acelerar a construção de uma frente ampla de centro-esquerda para as eleições gerais deste ano.”

Alexandre Padilha disse ainda à Eldorado que Lula não teme nada, nem mesmo a iminência de ser preso quando forem esgotados os recursos de sua defesa. “O que Lula teme é a afronta à democracia, como a que ocorreu ontem, sua condenação foi uma farsa jurídica e, infelizmente, nossa democracia fica cada vez menor.”

Segundo ele, Lula irá participar, ao lado de outras lideranças, da reunião desta quinta do Diretório Nacional do PT, que será realizada a partir das 10 horas na sede da CUT na capital paulista, e na sexta, 26, segue para a Etiópia, como convidado de honra da FAO, para falar sobre a fome que atinge o mundo. Com informações do Estadão Conteúdo.

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Mudança na Justiça de Brasília vai agilizar ações penais contra Lula

Nova vara, especializada em casos de lavagem de dinheiro, vai passar a funcionar a partir de 27 de fevereiro.

Uma mudança na Justiça Federal em Brasília vai agilizar ações penais contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros políticos acusados de envolvimento em esquemas de corrupção.

A partir de 27 de fevereiro, a capital federal terá uma nova vara especializada em casos de lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro e aqueles praticados por organizações criminosas, desafogando a atual estrutura.

A 10ª Vara Federal, que hoje cuida sozinha dos chamados delitos de “colarinho branco”, dividirá seu acervo com a 12ª Vara. A expectativa na 10ª é de que a velocidade de análise dos processos dobre, acelerando, inclusive, a tramitação das quatro ações em curso contra o ex-presidente.

Haverá impacto também na apreciação de outros casos rumorosos, como os que envolvem supostos desvios de recursos públicos da Caixa pelo ex-deputado Eduardo Cunha (RJ) e os ex-ministros Geddel Vieira Lima (BA) e Henrique Eduardo Alves (RN), todos do MDB.

Há atualmente cerca de 2.500 processos na 10ª Vara, que responde sozinha por inquéritos e ações nascidos de 31 operações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, entre elas a Zelotes e a Greenfield. Os casos envolvem, além de políticos e servidores públicos, executivos de grandes empresas. A estrutura de funcionários é exígua e todos os processos ainda são físicos, em papel.

Pela regra de redistribuição dos casos, definida pelo TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), as duas varas terão de ficar com número equivalente de processos. Das quatro ações contra Lula, ao menos três devem permanecer na 10ª Vara, sob análise dos juízes Vallisney de Souza Oliveira e Ricardo Soares Leite.

Isso ocorre porque, pela norma, não migrarão para a 12ª as ações que já estejam em fase de audiência de testemunhas ou interrogatório de réus.

Na quarta-feira (24), o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) apreciará recurso do ex-presidente contra condenação, aplicada pelo juiz Sergio Moro, por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá. O julgamento pode tornar o petista inelegível neste ano.

Em três casos em curso no Distrito Federal, as sentenças devem sair até julho -antes, portanto, do pleito de 2018.

Num deles, Lula foi acusado de ordenar a compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró para evitar que ele o implicasse em delação premiada.

A ação se baseou na colaboração do ex-senador e ex-petista Delcídio do Amaral (MS). Porém, nas alegações finais do processo, o próprio Ministério Público Federal, autor da acusação, recuou e pediu a absolvição do petista.

A Procuradoria da República no DF concluiu, com base em depoimentos de testemunhas e novas provas do processo, que Delcídio mentiu sobre fatos que levaram à abertura da ação contra Lula e o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual. Por isso, requereu também a perda de benefícios obtidos pelo ex-congressista na delação.

A ação está desde 9 de novembro conclusa para sentença no gabinete de Leite, mas até a sexta-feira (19) ele não havia decidido. Esse é o processo mais avançado.

Em outra ação, o ex-presidente e o filho caçula, Luís Cláudio Lula da Silva, são acusados de integrar um esquema de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa após o petista deixar o governo.

A denúncia do Ministério Público sustenta que Lula vendeu seu prestígio a lobistas em troca de conseguir a prorrogação de incentivos fiscais a montadoras de veículos, por meio da medida provisória 627/2013. Outro propósito seria a compra, pelo governo da então presidente Dilma Rousseff, de 36 caças da multinacional sueca Saab.

Uma terceira ação contra o petista em Brasília o acusa de corrupção passiva por “vender” outra MP, a 471/2009, ao mesmo grupo de lobistas quando era presidente. A norma também prorrogava benefícios a fabricantes de carros.

Representantes das empresas teriam ofertado R$ 6 milhões a Lula e ao ex-ministro Gilberto Carvalho, também réu. O dinheiro iria para campanhas do PT. A ação já foi recebida por Oliveira e entrará na fase de audiências de testemunhas.

A quarta ação penal, decorrente da Operação Janus, avalia a participação de Lula em esquema de corrupção e lavagem de dinheiro. Na denúncia, ele é acusado de ajudar a Odebrecht a obter financiamento para obras em Angola. Em troca, a empreiteira teria oferecido vantagens como pagamentos por palestras que ele não teria realizado.

A ação foi aberta por Oliveira, mas o caso está sendo reanalisado pelo Ministério Público. Executivos da Odebrecht apresentaram novos detalhes do caso.

Em todos os episódios, a defesa de Lula nega veementemente as acusações.

Noticias ao Minuto

Tocantins não cresce porque governo ignora e engana os municípios, diz Amastha em Miracema

Mais de 200 pessoas prestigiaram reunião em Miracema, com lideranças políticas e de setores produtivos desta cidade e municípios vizinhos como Miranorte. Aclamado como nome ideal para conduzir o Palácio Araguaia, o prefeito de Palmas e presidente em exercício da FNP falou sobre gestão e do cenário político do Tocantins.

Em reunião com líderes políticos e de setores produtivos em Miracema, o prefeito de Palmas e presidente em exercício da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), Carlos Amastha, destacou a necessidade de mudanças estruturais das relações entre poderes públicos que visam o fortalecimento dos municípios.

Mais de 200 pessoas da cidade e municípios vizinhos como Miranorte prestigiaram o encontro com moradores, produtores rurais, servidores públicos, comerciantes e profissionais liberais.

Ao abordar a necessidade do pacto federativo, ele afirmou que inúmeros municípios por mesma dificuldade no país. Nesse domingo, 21, o “Painel”, da Folha de S.Paulo, uma das principais colunas políticas do país, deu destaque a uma declaração de Amastha justamente sobre o tema: “Os municípios pagam duas vezes o preço da crise: enquanto caem os repasses federais, aumenta a demanda por saúde e educação”.

Há casos mais problemáticos como, por exemplo, quando as verbas vão para o governo do Estado, que não repassa aos municípios. É o caso de Palmas, na área da saúde. A prefeitura teve de recorrer à Justiça para que o Estado repasse verba de R$ 7 milhões da saúde, recursos que são da prefeitura e foram travados pelo Palácio Araguaia. “A economia brasileira se movimenta nos municípios.

A saída para a crise está no fortalecimento dos municípios. O modelo de gestão que aí está deve ser revisto”, declarou.

EXEMPLO DE GESTÃO

Na residência do deputado estadual licenciado Júnior Evangelista, recém-nomeado secretário da Habitação em Palmas, Amastha falou sobre as realizações à frente da Prefeitura de Palmas e o cenário político do Estado. “Temos muito trabalho pela frente! Queremos fazer no Tocantins a transformação que fizemos em Palmas. Uma cidade valorizada, com potenciais explorados e girando a economia para o município”, afirmou.

Ele foi citado por vários líderes políticos e membros da comunidade como nome forte para conduzir o governo do Estado. “Não queremos benefícios pessoais. Queremos sim que a nossa cidade seja valorizada, que empregos sejam gerados. Amastha já fez muito pelo Tocantins ao transformar Palmas e a cidade é de todos nós”, falou Evangelista.

NA REGIÃO NORTE

Amastha esteve também em Araguaína, no sábado, 20, quando se encontrou com lideranças políticas e representantes dos segmentos do agronegócio, comércio e diversas entidades. “Araguaína precisa e pode ampliar sua força econômica”, declarou o prefeito.

Entre os presentes estavam o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Araguaína, Roberto Paulino, o advogado Paulo Roberto, que foi candidato a prefeito da cidade no último pleito, vereadores, prefeitos da região e membros de associações, como a de policiais militares, que debateram a necessidade de melhoria na segurança do Estado.  No dia anterior, Amastha esteve no extremo norte, nos municípios de Xambioá e Araguanã.

Assessoria PSB Tocantins

PT organiza protestos pelo Brasil em caso de condenação de Lula

Para o partido, eventual detenção do ex-presidente seria vista como “declaração de guerra”.

Comitês estaduais criados pelo PT estão organizando protestos em todo o país caso o ex-presidente Lula seja condenado. O julgamento será realizado no próximo dia 24.

De acordo com a coluna da Mônica Bergamo, da ‘Folha de S. Paulo’, a eventual detenção do petista seria vista como “declaração de guerra”. Dirigentes do partido, contudo, acreditam que as cortes superiores não manteriam o ex-presidente preso, concedendo um habeas corpus.

A condenação tornaria a candidatura do ex-presidente praticamente inviável. No entanto, o partido acredita que o candidato que for apontado por Lula, mesmo que em cima da votação, tem condições de chegar ao segundo turno da corrida presidencial. 

Noticias ao Minuto

Tiririca renuncia ao cargo de deputado e diz: ‘Estou envergonhado’

Cantor e palhaço cumpria segundo mandato pelo estado de São Paulo.

Parlamentar mais votado do Brasil nas eleições de 2010, com 1,3 milhão de votos, o deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR-SP), anunciou nesta quarta-feira (6) que está renunciando ao mandato.

Segundo o jornal Metrópoles, o cantor e palhaço diz que sai “totalmente envergonhado”.

“Não são todos, mas eu queria que vocês tivessem um olhar pelo nosso país, a nossa saúde”, disse, segundo a publicação.

Tiririca teve ótimo desempenho também nas eleições de 2014, com 1,01 milhão de votos.

Notícia em atualização

Fonte: Noticias ao Minuto

‘Eles vão ter que me engolir’, diz Lula num ato em Vitória

Ex-presidente iniciou nesta segunda-feira caravana pelo Espírito Santo e pelo Rio de Janeiro.

Dois dias após a divulgação de pesquisa Datafolha que o aponta na liderança da corrida presidencial em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de bobagem a suposição de que pode não ser candidato na disputa.

“Como disse Zagallo, eles vão ter que me engolir”, disse, em referência a uma frase que ficou famosa na boca do ex-técnico da seleção Mário Jorge Lobo Zagallo.

Durante ato no centro de Vitória (ES), na noite desta segunda-feira (4), o petista afirmou: “Não fiquem com essa bobagem de que o Lula não será candidato, não. Vou ser candidato e vou ganhar as eleições”.

Um drone foi usado para detectar a ocorrência de manifestação antes que a comitiva chegasse ao ato.

Pouco antes de o petista assumir o microfone no ato, o presidente da CUT, Vagner Freitas, citou a pesquisa Datafolha para dizer que há uma tentativa de impedir a candidatura do ex-presidente. “Eleição sem Lula é golpe”, discursou.

Ao pé do palco, o coordenador das Caravanas de Lula e vice-presidente do PT, Marcio Macedo, disse que os números da pesquisa, somado às consultas encomendadas pelo partido, consolidam a candidatura do ex-presidente, algo irrevogável, segundo ele.

Em seu primeiro discurso após a divulgação da pesquisa, o ex-presidente também lembrou ter lançado, durante a disputa presidencial de 2002, uma carta aos brasileiros em uma tentativa de tranquilizar o mercado quanto a riscos de sobressalto na economia. E acrescentou: “Quero voltar a ser Lulinha paz e amor”.

Mais uma vez, Lula disse não depender do apoio do mercado, afirmando também que os empresários e banqueiros foram beneficiados em seu governo.

“O mercado vai precisar muito mais de mim do que eu deles”, disse.

Em seu discurso, Lula ironizou o desempenho do presidente Michel Temer nas pesquisas de opinião. Afirmou que o peemedebista terminará seu mandato, que disse ter conquistado via golpe, “devendo ao Datafolha e ao Ibope”.

Temer, de acordo com o Datafolha, é rejeitado por 71%, uma variação de dois pontos para baixo do registrado em setembro, dentro da margem de erro.

Sem citar o nome do prefeito de São Paulo,João Doria, Lula afirmou que o Brasil não está precisando de um gestor, “como se fosse uma oficina mecânica”, mas de alguém que entenda do país. Também afirmou que não tem vergonha de ser político, nem de seu partido.

CARAVANA

O discurso de Lula marcou a abertura de sua caravana pelos Estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. De Vitória, Lula seguirá até Campos, Maricá, Nova Iguaçu e Rio, passando por Cariacica.

Manifestantes chegaram a levar um trio elétrico ao aeroporto onde Lula era esperando por apoiadores. Mas, em menor número, se retiraram logo depois. 

Noticias ao Minuto

Lula articula chapa para o Senado com Suplicy e Haddad

Proposta foi apresentada por Lula e pelo presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Luiz Marinho.

OPT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estudam lançar uma chapa para as eleições de 2018 em São Paulo com o ex-prefeito Fernando Haddad e o vereador Eduardo Suplicy na disputa pelo Senado.

A proposta foi apresentada por Lula e pelo presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Luiz Marinho, pré-candidato a governador, em reuniões com Haddad e Suplicy na quinta e sexta-feira, respectivamente, na sede do Instituto Lula.

Suplicy gostou. “Ponderei que isso significaria uma força muito grande para o PT, para a candidatura de Lula em São Paulo e para o candidato a governador”, disse. Já o ex-prefeito, segundo relatos, apontou as dificuldades da proposta. “Falei com o Fernando Haddad hoje (sexta-feira) e ele avaliou que se a Marta (Suplicy, PMDB) for candidata as pessoas podem votar em mim e nela do mesmo jeito que muitos podem votar nele e em outro candidato e é capaz de nós dois perdermos”, afirmou Suplicy.

Encaixar os dois principais líderes do partido em São Paulo na chapa para 2018 tem sido uma das maiores dificuldades de Lula e do PT estadual. A chapa idealizada teria Marinho para governador, Haddad ou Suplicy concorrendo ao Senado e um dos dois na disputa pela Câmara. Ambos são vistos como puxadores de votos em potencial, capazes de ajudar a eleger candidatos do PT a deputado. Mas nem o vereador nem o ex-prefeito aceitam se candidatar à Câmara. Suplicy chegou a dizer a Lula e Marinho que se não for candidato ao Senado prefere terminar o mandato de vereador, para o qual foi eleito com mais de 500 mil votos, um recorde na cidade.

Já Haddad tem evitado o confronto. O ex-prefeito se comprometeu a apoiar a pré-candidatura de Marinho que, em troca, ofereceu a vaga ao Senado, mas Haddad respondeu que só aceita se houver acordo com Suplicy. Lideranças do PT-SP não descartam a possibilidade de Haddad entrar na disputa pelo governo caso a candidatura de Marinho não decole.

Imposto de Renda

Num ato como pré-candidato do PT à Presidência, Lula disse ontem, em Diadema (SP), que “salário não é renda” e, portanto, o “povo” não deve pagar Imposto de Renda sobre seus vencimentos. Para o petista, a tributação deve recair sobre os “ricos”.

“Salário não é renda, portanto o povo não tem que pagar Imposto de Renda sobre salário. Quem tem que pagar Imposto de Renda é rico”, afirmou o ex-presidente, sem dar detalhes.

Lula fez comentário imediatamente depois de prometer revogar feitos da gestão Michel Temer como a mudança do modelo de concessão do pré-sal. “Eu vou voltar e se eu ganhar a gente vai revogar tudo isso”, disse. Lula participou de um ato em comemoração aos 35 anos da vitória do PT na eleição para a prefeitura da Diadema, em 1982, quando o partido tinha apenas um ano de existência e ocupou pela primeira vez a chefia de um Executivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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