Aluna de 14 anos do Colégio Família Agrícola em São Salvador escreve carta aberta

 Um retrocesso de um projeto lindo, construído há anos e que corre o risco de acabar por uma politicagem suja”. Disse a garota emocionada.

Uma aluna de 14 anos da cidade de Jaú do Tocantins, resolveu fazer um desabafo através de uma carta aberta para chamar atenção das autoridades do Tocantins.

Ela e a família, estão preocupados com a demissão do Cirineu da Rocha, ex-coordenador e idealizador do projeto Família Agrícola.

Veja a carta na Integra:

“Meu nome é Lyvia Guilherme Monteiro, tenho 14 anos, moro em Jau do Tocantins e  sou estudante do (CEFA) José Porfirio de Souza, município de São Salvador do Tocantins”.

“Comecei a estudar naquela escola há pouco mais de um ano, (assim que a escola começou a funcionar). No início foi um pouco complicado para mim, ficar longe de casa, da minha família, durante uma semana, deixar meus amigos de Jaú não foi fácil. Mas depois de um certo tempo, percebi que estava certa, era o melhor para mim. Os educandos, professores e servidores tinham se tornado minha família”.

“Apesar da escola estar funcionando há pouco mais de um ano, ela é um projeto de luta dos atingidos por barragem há mais de dez (10) anos, não podemos nos esquecer disso. O colégio Família Agrícola, foi pensado para os filhos dos trabalhadores e também para ajudar os atingidos por barragem”.

“Durante estes dez (10) anos nosso querido diretor Cirineu da Rocha, esteve lutando e fazendo de tudo para que o colégio começasse a funcionar o mais rápido possível”.

“Para isso, ele comprou as camas com seu próprio dinheiro e várias outras coisas. No começo do ano passado tivemos muitas dificuldades em relação a alimentação, mas nunca nos faltou nada. O nosso ex-diretor Cirineu da Rocha sempre correndo atrás de doações para que não passássemos fome. Sempre atencioso, paciente e preocupado com o ser humano”.

“No começo deste ano, recebemos a revoltante notícia que o nosso diretor havia sido exonerado do cargo. Frustrante! O motivo? Politicagem! Sabe porquê? O nosso diretor não apoiou o atual prefeito de São Salvador nas eleições passada”. Estranho isso, parece uma barganha, mais quem sou eu para acusar”.

“Quero aqui dizer que, não duvidamos do profissionalismo do novo diretor, mas sim, da forma que ele tem sindo usado por políticos. Um retrocesso de um projeto lindo, construído há anos que corre o risco de acabar por uma politicagem suja e maldosa”.

“Peço a compreensão de todos e que veja este caso, principalmente o governador uma explicação uregente”.  

Lyvia Guilherme Monteiro em um dos momentos de aula prática (como preparar a terra).
Lyvia Guilherme Monteiro em um dos momentos de aula prática (como preparar a terra).

Autora: Lyvia Guilherme Monteiro

Fotos: Arquivo de família

Até o momento ninguém se pronunciou sobre o caso, enviamos vários email,s para o governador e também SEDUC, mais até agora não obtivemos resposta. Estamos aguardando.

Sérgio Nunnes fala sobre a morte do subtenente Caetano

Assassinato do subtenente Caetano: “lei da bala”?

OPINIÃO: Por Sérgio Nunnes

Dia 1º de abril de 2017 tinha tudo para ser mais um daqueles dias em que amigos pregam peças uns nos outros, pois, historicamente, comemora-se o dia da mentira.

E foi exatamente esta a sensação que a sociedade tocantinense teve ao descobrir pelas mídias digitais que na manhã daquele sábado, dois criminosos invadiram a residência de um policial militar quando este ainda dormia ao lado da esposa e da filhinha de cerca de dois anos de idade, renderam as pessoas ali presentes e com três tiros, dois pelas costas, inclusive, levaram a óbito o Subtenente da PM-TO Milton Caetano.

Este dia se torna ainda mais fatídico, pois em 1º de abril do ano anterior, o Soldado Ivan Borges também veio a óbito assassinado por dois assaltantes quando se encontrava em um comércio realizando orçamento daquela que viria a ser sua residência juntamente com sua esposa que, à época, estava grávida de 05 (cinco) meses. No caso do Ivan, depois de cerca de 40 dias do ocorrido, houve a inexplicável antecipação do parto da pequena Isadora, que até o momento da morte trágica do pai, passava por gestação normal segundo os médicos. Por ser prematura, a pequena precisou ser internada na UTI, mas, depois de três dias, não resistiu e também veio a óbito.

Estas duas datas marcam com sangue não apenas as entidades de segurança pública do Estado, mas, toda a sociedade que, imediatamente após o ocorrido com o Subtenente Caetano, numa comoção pouquíssimas vezes registradas na história do Tocantins, clamou pela identificação e prisão dos responsáveis pela morte covarde e precoce do Policial Militar.

Diante de fatos tão impressionantes, faz-se mister elucidar alguns pontos.

Primeiro, ao que consta, pelas informações divulgadas, o Subtenente Caetano teve sua sentença de morte decretada quando sua condição de policial militar foi descoberta pelos invasores.

Segundo, o Subtenente Caetano era um operário da Segurança Pública preventiva. Aquela que busca chegar até a criança e o jovem, antes que eles sejam aliciados pelas garras inescrupulosas do crime. Neste diapasão, registra-se que ele encontrou na música um instrumento para oferecer Segurança à sociedade com o escopo de manter a ordem pública. Pois, aos desavisados, cabe à Policia Militar o policiamento ostensivo, mas, sobretudo, a preservação da ordem pública (Art. 144, § 5º, CF/88). Preservar é defender, prevenir, resguardar. E a Polícia Militar do Tocantins tem buscado cumprir este papel, apesar das agruras burocráticas e estruturais. Exemplo claro disso é a existência do Colégio da Polícia Militar (CPM), local em que o Subtenente Milton Caetano atuava, exercendo suas atribuições de Policial Militar músico. Como instrutor de música ele teve a oportunidade de trabalhar as virtudes da tolerância, disciplina, organização, respeito aos direitos alheios e à fruição consciente dos próprios direitos, bem como, a indispensável observância dos deveres por parte daqueles futuros cidadãos que estiveram sobre sua responsabilidade. O que se contrapõe, claramente, à prática da Lei de Talião, sobretudo, por ser a música sua principal arma contra o crime.

O Subtenente Caetano deixa um legado que fala por si. Prova disso, são as muitas famílias que hoje podem usufruir da convivência saudável de seus filhos, pois, eles foram alcançados pelos valores apregoados pelo Subtenente através da música. Música esta que o fez trombonista, cantor e compositor.

Terceiro, de todo o ocorrido é possível extrair o seguinte: é urgente a necessidade de mais investimentos em Segurança Pública preventiva; investimentos de médio e longo prazo; é perigoso o culto à morte, seja de quem for, mas, isso não justifica certas posições que preferem quedar-se silentes diante de práticas de Segurança Pública preventiva indispensáveis como as protagonizadas pelo Subtenente Caetano, e que ao invés de apoiá-las, optam por tentarem desconstruir a credibilidade e legitimidade das ações perpetradas pelos órgãos de Segurança Pública que estão atuando na apuração da morte dele; a sociedade deve se indagar o que é mais produtivo e saudável: reconhecer o legado de alguém que serviu, instruiu, educou, admoestou crianças, jovens e adultos ou buscar minar as ações dos órgãos de Segurança Pública?; a fiscalização deve existir, ser criteriosa, pautada na razoabilidade e nos ditames da lei, mas, deve-se lembrar que certas posições divorciadas de maiores evidências, apenas fomentam um ambiente de insegurança, no qual o contribuinte se sente órfão.

Ora, será mesmo que a única coisa que se pode extrair da atuação conjunta dos órgãos de Segurança Pública e afins (PF, PRF, PC, GMP, ATTM e PM) neste caso do assassinato do Subtenente Caetano é que se tratou apenas de um recado, o qual diz: “não se metam a matar polícia. Matou, morre.”? Aplicando-se a lex talionis, ou simplesmente a “lei do olho por olho e dente por denteI?

Mas, se assim o fosse, por qual razão houve 4 (quatro) prisões, a apreensão de 2 (dois) menores e 4 (quatro) armas? Sendo que um dos presos, segundo informações, foi responsável direto pela morte do policial militar. Por qual razão todos estão vivos? Segundo opinião veiculada recentemente em portal digital do Tocantins, todos deveriam ter pago com a vida, já que a força tarefa, integrada não apenas pela PM-TO, tinha como propósito aplicar a lei da bala. Ou será que encontraram outro significado para o que se chama de Lei de Talião?

Por conseguinte, concluímos que hodiernamente vivemos momentos de extrema complexidade. Nos quais as autoridades precisam encontrar alternativas e soluções sérias para o crescente aumento da violência. Porém, a Segurança Pública é direito sim, mas é também responsabilidade de todos. De forma que, fomentar o descrédito e suscitar dúvidas sobre a legitimidade da ação dos órgãos de Segurança Pública neste caso específico da morte do Subtenente Caetano, além de nada contribuir, mostra uma opção preocupante por parte de alguns formadores de opinião.

SÉRGIO NUNNES É especialista em Direito Constitucional (Pós-graduado) com habilitação para o magistério superior, consultor jurídico, professor universitário (Direito), professor em preparatórios para concursos públicos, coautor do livro “Estatuto PM BM TO Comentado”, autor de artigos científicos, palestrante, coach e subtenente da Polícia Militar do Estado do Tocantins. senunto@yahoo.com.br

SÉRGIO NUNNES

É especialista em Direito Constitucional (Pós-graduado) com habilitação para o magistério superior, consultor jurídico, professor universitário (Direito), professor em preparatórios para concursos públicos, coautor do livro “Estatuto PM BM TO Comentado”, autor de artigos científicos, palestrante, coach e subtenente da Polícia Militar do Estado do Tocantins.

senunto@yahoo.com.br

Fonte: CleberToledo

Alunos do Colégio Estadual Professora Maria Guedes de Palmeiropolis teve uma aula diferente ontem

Ontem sexta feira (6), os alunos da sala 62,01 da professora de Língua portuguesa Miriam Nunes da Silva fez uma aula diferente para comemorar o dia das mães. Convidou uma mãe para dar uma palestra sobre a importância de ser mãe. A jornalista Rozineide Gonçalves emocionou a turminha com vídeos e assuntos relacionados a dia da grande heroína, as mamães. Cerca de 37 alunos ouviram atentamente e alguns até se emocionaram.

O Dia das Mães é um dia para celebrar e agradecer a todas as mães, para as que ainda estão presentes. O Dia das Mães é uma data móvel, ou seja, o dia a ser comemorado depende do ano, mas no Brasil é sempre no segundo domingo do mês de maio. Em vários países é comemorado em outras datas, que vão desde março até dezembro.

É comum no Dia das Mães os filhos fazerem surpresas às suas mães, dando presentes ou organizando atividades que demonstrem amor e carinho por ela. A professora Miriam e os alunos ficaram radiantes com a forma que a aula foi realizada.

O dia das mães no Brasil é considerado a melhor data para o comércio, o amor dos filhos por suas mães movimenta o comércio e também os corações de seus filhos amados.

Existem muitas histórias e tradições sobre o dia das mães, nosso objetivo é abordar as principais comemorações no Brasil e no mundo.

As mais antigas celebrações do Dia das Mães remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga.

IMG-20160507-WA0003IMG-20160507-WA0004IMG-20160507-WA0016 (1)IMG-20160507-WA0015IMG-20160507-WA0013

O que penso sobre o impeachment

Ricardo Gondim

RICARDO GONDIM
Ricardo Gondim é escritor e teólogo, presidente da Convenção Betesda Brasil. E-mail: ricardogondin2@gmail.com

Sou filho de preso político. Amarguei o peso do coturno da ditadura sobre minha família. Sofremos desde o 1 de abril de 1964, passando pelo tenebroso 1968, com o AI-5, até a anistia. No dia em que veio a anistia sentimos, finalmente, que não precisávamos esconder livros e temer que um jipe da aeronáutica levasse papai de novo para um presídio militar. Minha irmã caçula morreu com dois dias de vida devido à gravidez conturbada da mamãe, enquanto o marido dela estava sumido, incomunicável. Ainda hoje, décadas depois, vejo resquícios danosos daqueles anos em meus irmãos.

Meu pai foi um legalista. Defendeu a Constituição na madrugada do golpe. Como militar, ele havia jurado a bandeira e o estado de direito. Sumariamente expulso das Forças Armadas, viu-se obrigado a voltar à Universidade. Depois que licenciou-se em história, ainda sentiu os tentáculos do arbítrio. O regime o proibiu de ensinar em colégios da rede pública.

Sou contrário ao impeachment que se desenha no parlamento. Embora tenha enormes discordâncias com o governo Dilma e não tolere o jogo bruto do fisiologismo, não vejo que as razões apresentadas no arrazoado, que pede o afastamento da presidente, sejam suficientes. Dilma não se comunica bem, pelo que me dizem é turrona e não parece competente na gestão da burocracia do palácio. Nada disso – no presidencialismo – serve de razão para que ela seja defenestrada de suas funções.

Não posso me calar ao ver políticos com o rabo preso posarem de defensores de uma pátria livre da corrupção. Se a questão é ética, nenhum desses que pede o fim da Dilma pode apontar o argueiro no olho dela enquanto eles próprios carregam traves.

Sim, eu sei que o atual governo negociou a alma com os demônios da política. Sim, eu sei que Dilma preferiu conversar com evangélicos fundamentalistas para ganhar a simpatia de grupos conservadores. Sim, eu sei que a represa de Belo Monte é um crime de lesa-humanidade. Sim, eu sei que os indígenas foram esquecidos nos últimos anos. Sim, eu sei que nunca os bancos lucraram tanto. Sim, eu sei que as hienas do PMDB achacaram o governo em troca de cargos. Sim, eu sei de tudo. Mas, porém, todavia, contudo, não obstante, os que pretendem conquistar o poder são piores, enormemente, piores.

Se os Bolsonaros, os Alves, os Caiados, os servis do PP e os aliados do Cunha tomarem o poder, o Brasil afunda de vez. Tenho sido crítico do atual governo, mas serei ostensivo opositor dos que pretendem sucedê-lo. Tenho me mostrado cético quanto uma guinada à esquerda, em favor do pobre, mas, por acreditar que uma direita odiosa pode arriscar o futuro do Brasil, me colocarei em rota de colisão na subida de quem, além de ter forjado uma situação grave, não treme nenhum músculo no rosto na hora de mentir.

As opções, estou consciente, são poucas. Estamos encalacrados em um impasse político. Reconheço tão somente que os argumentos que me deram, até agora, para remover a presidente não me satisfazem.  O que as Excelências tramam na Câmara é golpe; do grupo com biografia mais suja que chiqueiro. Se a presidente foi eleita no voto, esperemos, critiquemos, ajudemos, façamos oposição. Em poucos meses, também no voto, outro, quem sabe da oposição, ocupará o seu lugar.

Por enquanto, sejamos gentis e sensatos. Qualquer outro caminho pode ser infinitamente pior.

Soli Deo Gloria

De volta!

Imagens e Gravação do Jamaica 468
Rozineide Gonçalves /Diretora Executiva

O ano de 2016 começou, enfim. Depois de tanto falar em crise (e “crise” foi à palavra mais usada nestes últimos tempos) cheguei a pensar que muitos usaram este termo sem ao menos saber do que se tratava; ou o utilizaram na esperança de ter um país mais próspero e livre.

Em meio à desesperança geral ajustei minha caneta e liguei o computador, determinada aficar longe da tal crise. Curiosa, perguntei a mim o que teria acontecido? O que me levara parar de escrever? Afinal, tinha (e tenho) obrigação de continuar informando, e a garra para continuar publicando minhas idéias e notícias sempre foi meu forte, mesmo nos piores momentos de minha vida.

Noto que a maioria das pessoas curte e aprova meu trabalho. Têm aqueles que criticam, mas tudo serve para o crescimento. Então foquei na frase: “quem põe a mão no arado não pode voltar atrás”. E confesso que minha vida estava vaga sem estar informando, produzindo e escrevendo.

Há centenas de milhares de pessoas como eu e vocês no Brasil e pelo mundo preocupadas com a involução da política e da economia e profundamente decepcionadas com o desempenho dos governos de maneira em geral. Mas, será que tudo é culpa dos governos?

Uma coisa eu tenho certeza: para mudar o jogo da crise é preciso ir à luta, levantar da cadeira e parar de culpar as pessoas pelo próprio fracasso. Temos que mostrar força e garra diante da crise que assusta os que acreditam nela. Tentemos enxergar á vida como um eterno ajuste, e fazer renascer a política como espaço de disputas por modelos alternativos de desenvolvimento. Há saídas para a crise, acredite.

Falando em mudanças e crises, quero destacar que o jornal online Mapa da Noticia já está no ar com novo design. O destaque vai para o conteúdo audiovisual moderno, feito para ser lido até pelo celular e com maior conectividade com as redes sociais. E estas são apenas algumas novidades da versão do MN online. O site mudou com o objetivo de melhorar a experiência digital do usuário, possibilitando o acesso à informação de maneira mais rápida e fácil.

As mudanças na página estão no ar desde a última quarta-feira. A ideia é torná-la mais clean (limpa), acompanhando a tendência de retirar tudo o que é acessório para favorecer as notícias e as imagens,

O novo visual segue uma linha editorial completa e com responsabilidade. Cada detalhe foi planejado para dar mais visibilidade à notícia, tais como: fonte maior e o design mais marcante. O projeto foi executado em um mês por uma equipe de Tecnologia da Informação.

Padronizamos o visual e fortalecemos a marca para que o internauta possa nos identificar de imediato. Mudamos as fontes e demos espaço nas margens com o objetivo de tornar a leitura mais confortável. Agora o site disponibiliza espaço maior para galeria de fotos e vídeos. Tudo ganhou destaque. As fotos, vídeos e imagem fazem muito sucesso na web, por isso buscamos valorizá-las.

Também temos os blogs, que são conteúdos diferentes. As plataformas virtuais tratam de assuntos variados e atraem públicos específicos. Para oferecer novas funcionalidades, a equipe de MN fez várias pesquisas sobre o comportamento dos internautas e análise de bancos de dados no sistema.

O mapadanoticia.com agrega o melhor da redação do Jornal na internet. Demos ênfase às redes sociais, ao conteúdo visual, às notícias e à participação do internauta por meio dos comentários em tempo real, tudo isso para melhorar o serviço. Quem acompanha o portal e as mídias sociais do Jornal pode esperar por mais novidades. Mapa da Noticia está cada dia mais digital. E este é apenas o primeiro passo; mais mudanças virão.
Rozineide Gonçalves/Diretora executiva