Tempestade solar pode deixar a Terra na escuridão total

Fenômeno não pode ser previsto pelos meteorologistas, que só saberiam o que está por vir cerca de 15 minutos antes.

Uma tempestade solar pode causar escuridão total em nosso planeta, ocasionando o corte do fornecimento de eletricidade em todo o mundo. O fenômeno não pode ser previsto pelos meteorologistas, que só saberiam o que está por vir cerca de 15 minutos antes.

A meteorologista britânica Catherine Burnett informou ao jornal “The Daily Mirror” que as ejeções de massa coronal (EMC) do Sol podem viajar em qualquer direção e, caso tomem o rumo da Terra, poderiam envolver o nosso planeta completamente.

“Uma ejeção de massa coronal significativa demora 19 horas para chegar à Terra“, diz a especialista, acrescentando que “assim que víssemos uma ejeção a abandonar a estrela, saberíamos dela apenas 15 minutos antes da chegada ao nosso planeta, bem como os dados restantes sobre a direção magnética ou o seu impacto”.

Como explica a publicação, as tempestades espaciais podem ser inofensivas e, muitas vezes, são vistas da Terra na forma de uma aurora boreal. Contudo, se for de grande magnitude, poderia desligar todos os sistemas de energia e navegação.

Um grupo de investigadores da Universidade de Harvard divulgou em agosto deste ano um cálculo de quanto tempo resta na Terra até que uma erupção solar acabe com a humanidade: 750 anos. Espera-se que até lá os cientistas encontrem uma forma de proteger o nosso planeta.

Noticias ao Minuto

Carlos e Jader se apresentam na temporada de praia em Paranã Tocantins

Praia de Paranã umas das melhores atrações do Tocantins. 

Aproxima se a temporada de praia que inicia no dia 8 de julho e segue até o dia 30. O show mais esperado será dos cantores sertanejos Carlos e Jader que acontece no dia 9 e de Zé Ricardo e Thiago com show previsto para o dia 22.
Este ano, a temporada vai contar com barracas comerciais, área de camping e tenda da saúde com técnica de enfermagem e a presença de bombeiros para auxiliar os banhistas.

A programação cultural contará com a apresentação de artistas  de diversos ritmos e gostos, entre eles Tom William, Carlos e Jader, Saiddy Samba, Thiago Jhonathan, Zé Ricardo e Thiago, Théo Santana, Hugo e Guilherme e Cleyton Cortes.

Segundo o prefeito, Fabrício Viana, a população de Paranã, além das centenas de turistas poderão desfrutar de uma praia bem organizada e limpa. “Queremos oferecer a população de Paranã e aos turistas o melhor atendimento e conforto nesses dias de temporada de praia” ressaltou.

Conheça mais sobre Carlos e Jader

carlosjaderUm sertanejo moderno, recheado de irreverência e alto astral, essa é a receita do sucesso da dupla Carlos & Jader, que apresentou para todo o Brasil a canção “Sou Foda”, um “funknejo” que retrata uma brincadeira amorosa com muito humor.

Carlos & Jader é uma dupla sertaneja brasileira formada pelos irmãos Carlos Clemes Pinheiro Gadelha e Jader Fran Pinheiro Gadelha, nascidos em Rio Branco, Acre.

A dupla começou a viajar pelo Brasil se apresentando musicalmente com a banda “Som Livre”, sendo Carlos o vocalista, e Jader assistente. Seu talento e carisma chamaram a atenção de um empresário, em um festival de música sertaneja em Porto Velho.

Foram convidados então a gravar um disco juntos em 2000, o primeiro da carreira como dupla. Mudaram-se para o berço do do sertanejo, Goiânia, e gravaram o CD “Eternidade”, já consagrando a música “Quem sabe amor sou eu”, de sua autoria.

Em 2006 decidem gravar um DVD ao vivo, cujo grande sucesso foi até tema de um casal no Big Brother: “Cala a Boca e me Beija”. A música estourou no Brasil inteiro e em todas as rádios, com seu refrão divertido.

No total são 14 anos de estrada, 7 CDs e 5 DVDs, Carlos & Jader, através de seus hits de repercussão nacional, como: “Ah Tá”, “Sou Foda”, Cala a Boca e me Beija”, “E daí”, “Sonho de Amor”, entre outras, são sucesso por todo o Brasil.

Para os turistas, a cidade de Paranã oferece excelentes hoteis e pousadas, além de bons restaurantes.praia Dominguinhopraia parana  praia parana 1

Monik Helen Gomes de Sousa/Ascom prefeitura Paranã.

Estado tem risco crítico de queimadas com alerta de baixa umidade para Jau do Tocantins, Palmeirópolis e toda região sul

Alerta de baixa umidade vale para cidades das regiões oeste, sul e sudeste do Tocantins. Em 2017, foram registrados 2154 focos de queimadas em todo o estado.

Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de baixa umidade para as regiões oeste, sul e sudeste do Tocantins nesta terça-feira (27). O aviso aponta que a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 30%. Além disso, o estado também está em risco crítico para queimadas.

O alerta vale para os municípios de Aliança do Tocantins, Alvorada, Araguaçu, Brejinho de Nazaré, Cariri do Tocantins, Cristalândia, Crixás do Tocantins, Dueré, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Gurupi, Jaú do Tocantins, Lagoa da Confusão, Palmeirópolis, Paranã, Peixe, Pium, Sandolândia, Santa Rita do Tocantins, Sucupira, São Salvador do Tocantins e Talismã.

Queimadas

O Tocantins também está com risco crítico de queimadas, segundo monitoramento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em 2017, foram registrados 2154 focos de queimadas em todo o estado.

No mês de junho, até esta terça-feira (27) ocorreram 1163 queimadas. Este está sendo o pior mês de 2017. A média é de 43 incêndios registrados por dia.

G1/TO

‘Lua rosa’ vai iluminar o céu nesta noite de terça-feira

Fenômeno era especialmente importante para antigas culturas, que seguiam calendário lunar ao invés de solar.

Apesar de podermos ver a lua cheia a cada 29 dias, a que aparecerá no céu na noite desta terça-feira (11) não é como a que estamos acostumados a ver. Ela se chama “Lua rosa” e era especialmente importante para as antigas culturas, que seguiam o calendário lunar no lugar do solar.

A “Lua rosa” recebeu este nome graças às flores da mesma cor que costumavam aparecer precisamente nesta época, coincidindo com o equinócio vernal. Eram os nativos da América do Norte que assim chamavam este corpo celeste.

Este fenômeno é cheio de simbolismo, e não é por acaso que cristãos, judeus e hindus deram a estas datas um significado especial. Antigamente, a primeira Lua cheia de abril marcava a chegada da primavera, segundo informou o The Sun.

Apesar do seu nome, esta Lua não tem um motivo para ser precisamente cor de rosa, dado que a cor que vemos depende das condições ambientais como a poluição, nuvens e névoa (Sputnik Brasil).

Noticias ao Minuto

Tecnoshow cria espaço para conscientizar sobre preservação de biomas

Tema da 16ª edição da feira, em Rio Verde, valoriza fauna e flora de cada região do Brasil. Organização reúne resíduos recicláveis do evento para vender e doar valor.

A Tecnoshow Comigo 2017 tem como tema a preservação dos biomas do Brasil e criou um espaço de 1 mil metros quadrados com espécies da fauna e da flora dos pampas, Mata Atlântica, Amazônia, Pantanal, cerrado e caatinga. Até o dia 7 de abril, os visitantes da feira, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, podem se informar no local a respeito da diversidade presente em cada um e conhecer a cultura das diferentes regiões do país.

O coordenador ambiental da feira, Reginaldo Passos, explica que o espaço “Conhecer para valorizar. Conhecer para preservar” foi criado para mostrar ao produtor rural a importância de preservar o meio ambiente em que ele está inserido.

“O objetivo é mostra para o produtor rural que é possível produzr de forma sustentável preservando o meio ambiente, vendo essas imagens ele vai sentir que é importante preservar esses ecossistemas e que sem eles não é possível produzir de foram boa, não vai ter recarga de água no solo, por exemplo, o clima é afetado. Ele vai ver que é possível fazer uma produção preservando fauna e flora”, destacou em entrevista.

Segundo ele, biólogos e alunos do curso de engenharia ambiental estarão presentes para orientar os participantes do evento sobre cada região. Os monitores estarão aptos a explicar sobre cada amostra de planta, animal, clima, geografia e vegetação das regiões.

“Os visitantes vão passar por um labirinto e vão poder perceber as características de cada bioma. Ao passar pelas regiões, eles poderão ouvir sons de aves típicas de cada local, verão espécies de plantas presentes nos biomas e até animais empalhados que representam a fauna. Um monitor em cada espaço também traz informações sobre desmatamentos e escassez de água, reforçando a necessidade de preservação”, contou.

Passos detalha que a feira deve mostrar ainda diversos frutos e sementes típicas de cada região. No local, estarão disponíveis ainda informações sobre a utilidade de cada espécia exposta.

“Na caatinga teremos mudas de cactos, amostras de caju e castanha, que são de lá. Na área do cerrado teremos pequi, mangaba, baru, semente de araticum, Já no Pantanal teremos miniaturas artesanais do pássaros o tuiuiú, tradicional da região, e de capivaras, também comuns no local. A região reservada para os pampas mostraremos ornamentos da tradição gaúcha, como uma cuia de chimarrão com bomba de um metro de altura”, completou.

Outra medida tomada pela organização da feira para manter a flora do cerrado preservada é a doação de 15 mil mudas de diferentes espécies típicas do bioma local. Os visitantes interessados em levar o material e fazer o plantio podem realizar um cadastro e pegar 10 unidades de plantas diferentes.

Sustentabilidade
Além de conscientizar os visitantes sobre a importância de preservar o ecossistema, a organização do evento também garante a reciclagem de materiais descartados durante a feira e a criação de adubo orgânico. O coordenador ambiental da Tecnoshow destaca que a separação do que é possível reutilizar é feita na própria feira.

“Na edição de 2016 recolhemos 48 mil latinhas de refrigerante, que dá cerca de 800 kg. Já de garrafa pet e copo descartável foram 1,3 mil quilos, enquanto que de papelão foram 15 mil kg e outros 8 mil kg de plástico. A sucata ferrosa da feira chegou a 5 mil kg – de latas de tinta, telhas, entre outros. No total, após vender todo esse material arrecadamos R$ 2,9 mil que foi doado para uma instituição de caridade”, contou Passos.

O material orgânico acumulado nas baias dos animais também é reaproveitado. Com os restos de feno e outros materiais é feito uma compostagem que se torna um adubo orgânico, usado como material de jardinagem na feira do ano seguinte. Na 15ª edição da feira foram feitas quase 100 toneladas de compostagem com o material recolhido do evento anterior.

Tecnoshow 2017
Local: Centro Tecnológico Comigo (CTC) – Anel Viário Paulo Campos, Km 7, Zona Rural de Rio Verde, GO
Data: até 7 de abril
Horário: entre 8h e 18h
Entrada gratuita

Tecnoshow 2017 tem exposição de diferentes sementes e frutos (Foto: Vanessa Martins/G1)
Tecnoshow 2017 tem exposição de diferentes sementes e frutos (Foto: Vanessa Martins/G1)
Público pode conferir informações sobre os biomas de diferentes áreas do Brasil (Foto: Vanessa Martins/G1)
Público pode conferir informações sobre os biomas de diferentes áreas do Brasil (Foto: Vanessa Martins/G1)

G1/Goias

MPE e órgãos de controle discutem fiscalização de captação de água nos rios Formoso e Urubu

Foi realizada nesta quinta-feira, 30, no município de Lagoa da Confusão, a segunda audiência judicial para tratar de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MPE) em julho de 2016, e que visa determinar a retirada e destruição de todas as estruturas de captação de recursos hídricos, para fins não humanos, dos rios Formoso e Urubu.

O Promotor de Justiça Francisco Brandes Júnior, responsável pelo caso, aponta que o foco são os equipamentos instalados pelas propriedades ou empresas que fazem uso de irrigação em escala superior a 500 hectares de área.

“Nessa fase judicial, os empreendedores, as entidades e as associações de produtores rurais, técnicos, Naturatins, Universidade Federal do Tocantins e Estado do Tocantins solicitaram a suspensão da ação e apresentaram projeto técnico-científico inédito, subsidiado por órgãos de controle, com a finalidade de analisar as outorgas de uso da água, criar um sistema eficaz de proteção e suspensão de utilização dos recursos hídricos nos períodos críticos e implementar sistema informatizado, com o uso de hidrômetros digitais, para fiscalizar, em tempo real a quantidade de água captada por produtor”, comentou Brandes Júnior.

Durante a audiência, as partes apresentaram a fase do projeto que se encontra em execução, com despesas e ônus dos empreendedores, contendo dados técnicos, demonstrando que as inúmeras ações práticas demandam a intervenção do Ministério Público Estadual não só na Comarca de Cristalândia, mas principalmente no Projeto Formoso, localizado no município de Formoso do Araguaia, onde se concentra o maior número de bombas de captação outorgadas pelo Naturatins, e área irrigada sem intervenção judicial e ministerial.

Também durante o evento desta quinta, técnicos da Universidade Federal do Tocantins (UFT) apresentaram o diagnóstico da região, acentuando que, de acordo com os dados ambientais já disponibilizados, haverá restrição de chuvas no período seco, o que reafirma a necessidade de implementação do sistema de controle, fiscalização e análise de dados virtual e em tempo real, principalmente do Projeto do Rio Formoso.

Os empreendedores, por meio de suas entidades associativas, enalteceram a ação do MPE para que o agronegócio e a atividade econômica em larga escala se organize para diminuir o “stress hídrico” da região, adequando a produção agrícola ao meio ambiente sustentável. Eles também descreveram que, em decorrência da ação do MPE, foi criada uma associação da bacia do Rio Formoso do Araguaia, que está trabalhando efetivamente na implementação do sistema de fiscalização e monitoramento ambiental, aliada a outras áreas capazes de assegurar uma ação coletiva para garantir a sustentabilidade econômica ambiental da região.

O Naturatins informou que está se estruturando administrativamente na região da bacia do Rio Formoso para fiscalizar e prevenir futuros danos ambientais, garantindo a utilização sustentável dos recursos hídricos, a fauna e a flora.

Por fim, o Ministério Público Estadual requereu a manutenção da suspensão da ação, informando que manterá a fiscalização na execução do termos da primeira audiência, em seus prazos definidos judicialmente, buscando soluções jurídicas e administrativas para que o pedido judicial produza efeitos também em toda bacia do Rio Formoso do Araguaia e, principalmente, no Projeto do Rio Formoso. O Promotor de Justiça Francisco Brandes Júnior salientou a importância de inclusão da gestão ambiental na atividade econômica desenvolvida no município de Lagoa da Confusão”.

 João Lino Cavalcante/Imagem por Imagem por Naturatins – Divulgação

 
 

Tatu gigante ameaçado de extinção é resgatado com ferimentos no TO

Resgate foi feito na BR-153, perto de Paraíso do Tocantins.
Além de animais nativos, cerrado tem mais de 4 mil espécies de plantas.

Um tatu gigante foi resgatado pela Polícia Militar Ambiental nesta segunda-feira (27), na BR-153, em Paraíso do Tocantins, região central do estado. O animal estava com escoriações. O Tatu Canastra é o maior da espécie e está ameaçado de extinção. Ele foi entregue ao Centro de Triagens de Animais Silvestres, onde receberá os cuidados necessários para depois ser devolvido ao habitat natural. 

Praticamente todos todos os dias algum animal do cerrado é capturado pela polícia. “Constantemente a gente localiza, reconhe e dada essa falta de um ambiente natural e a ida destes animais para os centros urbanos, tendem a desaparecer. São animais em processo de extinção”, explicou o tenente coronel da Polícia Militar Ambiental, Sólis Araújo.

O tatu canastra é uma das 207 espécies de animais silvestres ameaçados de extinção na fauna brasileira. É o maior tatu do mundo, podendo chegar a um metro de comprimento e pesar até 60 quilos. A carne é bastante cobiçada pelos caçadores. Por isso, esse animal está em extinção.

Cidades apagam as luzes contra aquecimento global neste sábado

Projeto Hora do Planeta convoca pessoas, empresas e entidades públicas a apagarem as luzes durante uma hora

Mais de 100 cidades brasileiras aderiram este ano à mobilização da Hora do Planeta para incentivar a reflexão sobre como enfrentar o aquecimento global e preservar o meio ambiente. O projeto convoca pessoas, empresas e entidades públicas a apagarem as luzes durante uma hora neste sábado (25), das 20h30 às 21h30.

Criado em 2007 na capital australiana, Sydney, pela organização não governamental WWF, a iniciativa está presente em mais de 7 mil cidades. No Brasil, a ação ocorre desde 2009. Alguns eventos pontuais vão marcar a data, como um passeio ciclístico em Brasília pouco antes do apagar das luzes de monumentos como o Congresso Nacional, o Museu da República e a Catedral Metropolitana. As informações são da Agência Brasil.

Segundo o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, as ações deste ano priorizaram o engajamento digital. “Fizemos vídeos que foram divulgados nas redes sociais, com pessoas comuns sobre o que ainda não conseguiram fazer para melhorar o planeta e o que o podem fazer para contribuir. É um convite à reflexão” disse.

Além da conscientização individual, a campanha também busca despertar a população para o problema do consumismo. “O atual padrão de consumo também é uma questão abordada nas nossas ações. O consumismo é um tremendo problema para a sociedade e para o planeta, gerando desperdício”, alertou Voivodic.

“Nestes dez anos, o balanço é muito positivo, tem tocado as pessoas e hoje é a maior campanha ambiental do mundo, é um momento para parar e pensar como podemos cuidar melhor do nosso planeta”, completou.

No site da Hora do Planeta é possível acessar material com dicas do que cada um pode fazer para participar da campanha.

O WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país desde 1996 e integra a Rede WWF, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

MUTIRÃO DE LIMPEZA

Voluntários participam neste sábado do 1º Mutirão de Limpeza (Clean Up), na Praia de Copacabana, como parte das atividades da Hora do Planeta.

O projeto Clean Up é realizado pelo WWF-Brasil, em parceria com o Instituto Mar Adentro,. A coordenadora dos Programas Mata Atlântica e Marinho da ONG, Anna Carolina Lobo, disse à Agência Brasil que o objetivo da ação é despertar a atenção das pessoas para o impacto do que é consumido no dia a dia, nesse momento importante em que o planeta enfrenta mudanças climáticas.

“A situação dos oceanos e, especificamente, o lixo plástico nos oceanos, é gravíssima. É muito mais do que a gente imagina”.

Segundo Anna Carolina, 95% dos resíduos plásticos são descartados no seu primeiro uso. “Só que 80% do lixo plástico que chegam aos oceanos vão por meio dos rios. Em muitos processos de tratamento de reciclagem, o microplástico está presente em tudo: na calça jeans, em cosméticos, além de sacolas biodegradáveis. Esses processos de tratamento não conseguem acabar com o microplástico”, disse.

Ela destacou que esses resíduos acabam chegando aos oceanos e sendo comidos por aves, peixes e cetáceos.

A coordenadora ressaltou que a isso se soma o impacto das mudanças climáticas nos oceanos. Ela citou estudo que mostra que, até 2030, 90% dos corais do mundo perderão a cor.

“Isso é gravíssimo, porque os corais do mundo são a base, o sustento da vida marinha. Está tudo relacionado. Na natureza, tudo tem uma grande relação e os oceanos, no final, estão sofrendo muitíssimo com a nossa ação humana de consumo, como descartamos, o impacto das mudanças climáticas.”

De acordo com Anna Carolina, o mutirão de limpeza da praia de Copacabana quer chamar a atenção para toda essa problemática e conscientizar as pessoas do quanto elas também são responsáveis por trazer a solução. Os voluntários vão recolher lixo da praia e conversarão também com o público, contribuindo para a educação ambiental.Fonte:Noticias ao Minuto.

Com chuvas de fevereiro, intensidade da seca é amenizada no Nordeste

Quem costumava ver o açude do Castanhão, no Ceará, atrair turistas, que vinham para pescar e admirar o maior reservatório público do Brasil, hoje estranha o pouco movimento e também assiste os prejuízos decorrentes do pouco volume de água.

“Os pescadores esportivos não vêm mais, os guias turísticos estão parados. Em 2016, fechamos o restaurante que ficava de frente para a barragem”, lamenta Maria Edilanda Silveira Maia, administradora de uma pousada em Jaguaribara, no Ceará (a 230 quilômetros de Fortaleza).

Dos 6,7 bilhões de água do Castanhão, hoje só permanecem 5,5%. O açude, que abastece a grande Fortaleza, é apenas um exemplo da situação hídrica do Nordeste nos últimos cinco anos, considerada crítica pela Agência Nacional de Águas (ANA).

Entre 2012 e 2017, o volume dos reservatórios da região passou de 67,1% de disponibilidade para 15,6% no fim de janeiro deste ano. O baixo volume de chuvas nesse período fez com que grande parte do Nordeste passasse a conviver com uma situação de seca excepcional, segundo o Monitor de Secas do Nordeste.

Com o início dos períodos chuvosos, os nordestinos ficam esperançosos de que o longo período de seca tenha fim. No Ceará, as precipitações de fevereiro superaram a média histórica e na primeira quinzena de março, considerado o mês mais chuvoso da quadra chuvosa (período entre fevereiro e maio em que é esperado o maior volume de chuvas do ano no estado), já choveu o equivalente a 65% da média histórica.

“Estamos esperançosos de que o nível do Castanhão vai aumentar e de que voltem tanto os pescadores esportivos como as gaiolas dos piscicultores. As chuvas deste ano estão gerando expectativa. Recebemos outro dia a ligação de um pescador da Alemanha perguntando como estava a barragem”, conta Edilanda.

O mapa de fevereiro do Monitor das Secas mostra uma redução significativa das áreas tomadas pela seca em relação a janeiro, graças à atuação da Zona de Convergência Intertropical. No entanto, as chuvas ficaram mais concentradas na parte norte do Nordeste e, na maior parte da região, as precipitações ficaram abaixo do esperado.

Restrições

O baixo volume de água levou a uma série de medidas restritivas e obras de adutoras e poços para não zerar os estoques. Dos 533 reservatórios monitorados no Nordeste pela ANA, 152 estão secos. A maioria se localiza no Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

“As águas passaram a ser liberadas a conta-gotas para que pudéssemos chegar à próxima quadra chuvosa. Agora, estamos chegando num limite: se não chover este ano o suficiente, vamos ter uma situação mais grave. Entretanto, temos uma janela de esperança, pois tem chovido. Em situações médias, não se resolve o problema de vários anos em poucos meses. Os grandes açudes reagiram muito pouco, mas os pequenos açudes já reagem, o aspecto do campo é outro”, descreve o diretor da Área de Gestão da ANA, Paulo Varella.Fonte:Agência Brasil

O que está travando a instalação da Serra Verde em Minaçu

Desde que surgiram os primeiros rumores da instalação da mineradora Serra Verde em Minaçu, a economia da cidade vem sonhado com sinais de reação. Há uma expectativa muito grande em torno dos empregos e do resgate do aquecimento do comércio e do turismo na região. O projeto é ousado. Serão mais de R$1.2bi investidos no planejamento, na instalação da jazida e em todo o processo de lavra.

De olho nas múltiplas aplicações em produtos de alta tecnologia, em 17 minerais conhecidos como terras-raras, a empresa do Grupo Mining Ventures Brasil (MVB) se mobiliza para não só explorar o minério em Minaçu, mas liderar o mercado nacional e competir diretamente com a maior economia do mundo, a China.

A planta industrial destinada ao aproveitamento da jazida já está pronta. Mas, a burocracia tem sido o principal gargalo que a empresa enfrenta para conseguir dar continuidade ao projeto.  O Portal NG foi checar ponto a ponto esse processo.

A empresa está, desde o ano passado, a espera de ter do Governo o licenciamento ambiental.   Só a partir daí será possível iniciar os trabalhos para a liberação da Licença de Instalação, que vai exigir pesados investimentos na contratação dos projetos de engenharia, da construção da mina, da usina e dos acessos. A empresa estima que todo esse processo burocrático ainda vai levar 1 ano ou mais. Quem explica com detalhes é o Diretor da empresa, Guilherme Guimarães. Confira a entrevista exclusiva ao Portal NG:

Desde que surgiram os primeiros rumores da instalação da mineradora Serra Verde em Minaçu, a economia da cidade vem sonhado com sinais de reação. Há uma expectativa muito grande em torno dos empregos e do resgate do aquecimento do comércio e do turismo na região. O projeto é ousado. Serão mais de R$1.2bi investidos no planejamento, na instalação da jazida e em todo o processo de lavra.

De olho nas múltiplas aplicações em produtos de alta tecnologia, em 17 minerais conhecidos como terras-raras, a empresa do Grupo Mining Ventures Brasil (MVB) se mobiliza para não só explorar o minério em Minaçu, mas liderar o mercado nacional e competir diretamente com a maior economia do mundo, a China.

A planta industrial destinada ao aproveitamento da jazida já está pronta. Mas, a burocracia tem sido o principal gargalo que a empresa enfrenta para conseguir dar continuidade ao projeto.  O Portal NG foi checar ponto a ponto esse processo.

A empresa está, desde o ano passado, a espera de ter do Governo o licenciamento ambiental.   Só a partir daí será possível iniciar os trabalhos para a liberação da Licença de Instalação, que vai exigir pesados investimentos na contratação dos projetos de engenharia, da construção da mina, da usina e dos acessos. A empresa estima que todo esse processo burocrático ainda vai levar 1 ano ou mais. Quem explica com detalhes é o Diretor da empresa, Guilherme Guimarães. Confira a entrevista exclusiva:

Portal NG: A cidade de Minaçu já está no mapa da produção mineral, mas pretende ganhar ainda mais espaço com a chegada das Mineradora Serra Verde. Quando surgiu os primeiros estudos sobre esses minérios encontrados aqui na região?

GG: Os estudos na região de Minaçu foram iniciados em meados de 2010, a partir de análise geológica da região e áreas disponíveis para pesquisa junto ao DNPM.

Portal NG: A que pé está o processo de licenciamento ambiental da empresa?

GG: Este é o gargalo do projeto. A Mineração Serra Verde já efetuou todos os estudos ambientais e protocolos necessários para a primeira etapa do licenciamento – Licença Prévia. Em alguns casos, executou estudos além do legalmente exigido, contudo a análise e aprovação destes documentos, e consequente marcação da audiência pública, ainda estão pendentes, aparentemente por razões de natureza operacional, apesar de todo apoio do Secretário de Meio Ambiente do Estado.

Portal NG: E quanto à instalação? É possível falar em atividade ainda nesse ano?

GG: A instalação, ou início das construções, depende diretamente do licenciamento ambiental. Após a liberação da Licença Prévia, etapa cuja resolução estamos aguardando, iniciaremos os trabalhos para a Licença de Instalação – LI, que exige pesados investimentos na contratação do detalhamento dos projetos de engenharia e construção da mina, usina, acessos etc. Além disso implementar, se houver necessidade, medidas decorrentes de eventuais exigências os termos de ajuste de conduta formulados pelas autoridades licenciadoras, bem como outras atividades e estudos relacionados a essa fase. Somente após a obtenção da LI é que a empresa estará autorizada a iniciar a construção da mina, o que pode demorar 1 ano ou mais, já que a definição desse prazo não depende apenas da empresa, mas sobretudo da velocidade da tramitação dos processos de licenciamento, em especial, da natureza e extensão de eventuais exigências formuladas no seu bojo. Valendo ressaltar que nossa expectativa é de uma tramitação rápida, já que o projeto, além de ter um baixo impacto ambiental para os padrões da mineração, propiciará vantagens sócio econômicas significativas para a comunidade local em particular, além de beneficiar a economia do Estado de Goiás e até do Brasil.

Portal NG: Há a informações de que o alojamento da empresa está sendo instalado no Distrito do Filó (Santo Antônio de Cana Brava). Isso está realmente sendo executado?

GG: A Mineração Serra Verde ainda não tem definida a localização do alojamento, contudo o Distrito do Filó possui vantagem por estar mais próximo à mina e futuras instalações industriais. De qualquer forma, é importante salientar que os detalhes do projeto, inclusive os relativos à logística e suporte da mineração, só terão caráter definitivo após a conclusão dos estudos necessários à obtenção da Licença de Instalação –LI.

Portal NG: Há alguma expectativa quanto à oferta de emprego nos próximos meses? Quais seriam as áreas, e quantas ofertas (diretos e indiretos) seriam, a curto e à longo prazo?

GG: A expectativa e planos de trabalho desenvolvidos, indicam entre 250 e 300 vagas diretas aproximadamente e de 300 a 1000 vagas indiretas, números que podem dobrar no longo prazo, quando da duplicação da capacidade industrial. Para este ano, conforme dito anteriormente, ainda aguardamos o licenciamento ambiental, portanto, neste momento, não temos como prever o início das contratações.

Portal NG: Em que estágio está a construção da planta industrial destinada ao aproveitamento da jazida?

GG: Os desenhos iniciais de engenharia conceitual e plano de lavra estão prontos. Esperamos, ainda em 2017, iniciar o desenvolvimento da engenharia básica e posteriormente detalhada, assim como o detalhamento do plano de lavra.

A construção efetiva, conforme indicado anteriormente, depende da aprovação dos licenciamentos ambientais em andamento.

Portal NG: As operações da empresa estavam previstas para 2016. Houve um atraso, ou esse prazo já estava previsto?

GG: Na realidade, conforme pode-se verificar em nosso website (www.mineracaoserraverde.com.br) tínhamos previsto o início das construções para o ano de 2017 e operações em aproximadamente 2 anos após. Entretanto, devido ao tempo consumido pela primeira fase do o processo de licenciamento ambiental (Licença Prévia –LP), estes prazos estão sendo revistos e, tão logo, tenhamos uma melhor estimativa para a obtenção da LP, iremos atualizar nosso cronograma e atualizar essas informações em website.

Portal NG: Há informações que dão conta que a instalação da empresa, em relação a projeção inicial, teve proporções reduzidas. Procedem?

GG: Não procedem. A escala do projeto não foi alterada. Entretanto, a forma e os custos estão sendo modulados para atender os desafios impostos pela conjuntura do mercado. Com efeito, as dificuldades existentes no mercado, que são de conhecimento público, impõem desafios que precisam ser enfrentados com dinamismo, em especial os aspectos relacionados à crise, tanto no âmbito nacional e internacional, que impactam diretamente na oferta e na demanda de commodities e bens industriais, afetando os preços dos minérios. Desta forma, a Mineração Serra Verde, mantém um processo de adequação contínua de seu plano de implantação e produção, visando otimizar o sucesso do projeto, observando, as vantagens e riscos propiciados pelo mercado, em especial quanto aos efeitos de novos volumes de oferta sobre a relação oferta/demanda, que podem impactar negativamente nos preços e nas margens competitiva e bruta do aproveitamento econômico dos recursos minerais. Essa abordagem dinâmica, além do viés econômico, atende também ao princípio da “exploração racional dos recursos minerais”, o qual, mais do que uma diretriz legal do nosso Código de Mineração, é um dos pilares da inserção da mineração no processo de desenvolvimento sustentável, em todos os níveis: local, nacional e global. Portanto, não há mudança na escala do projeto, apenas adequação de sua estratégia produtiva, com flexibilidade para atender as demandas decorrentes da evolução do mercado. Se, por um lado a dimensão inicial poderá ficar um pouco abaixo das estimativas iniciais, feitas em 2013, quando o mercado estava em alta, por outro o projeto ganhou flexibilidade para responder com agilidade e eficiência, tanto econômica quanto ambiental, aos desafios impostos pelas flutuações dos mercados, uma característica, aliás, que vem se acentuando em todos os segmentos da economia.

Portal NG: Instalada, por quantos anos a jazida pode ser explorada, de acordo com os estudos da empresa?

GG: A Mineração Serra Verde concluiu, até o momento, estudos de exploração em apenas 15% das áreas requeridas, obtendo aproximadamente 80 anos de extração mineral. Para as demais áreas, estamos realizando trabalhos de exploração mais focados, cujos resultados ainda estão sendo tabulados para protocolo junto ao DNPM. Mas é importante ter em mente que esse número, muito comumente divulgado em se tratando de projetos de mineração, é constantemente alterado pela evolução da tecnologia e das necessidades sociais. Por isso é importante que a sociedade compreenda que reservas aparentemente muito grandes, não têm muito significado econômico no longo prazo, mercê da possibilidade de substituição de materiais ou mesmo do surgimento de fontes alternativas de suprimento. Assim, o montante das reservas muda ao sobro dos preços e da demanda. O que hoje é rejeito amanhã pode ser minério ou vice-versa. Em suma, esse é um dado que precisa ser analisado levando-se em conta o hoje e o futuro projetável, o qual, a cada dia, torna-se mais curto, mercê do dinamismo econômico e tecnológico da sociedade contemporânea. De qualquer forma, a Mineração Serra Verde deverá ser um ativo econômico e social bastante longevo, em benefício de todos os seus stakeholders, gerando emprego, renda e matéria prima para a produção de tecnologias limpas por muito tempo.

Portal NG: A empresa tem planos para liderar projetos sociais na região? Como seria isso?

GG: Com certeza. A Mineração Serra Verde tem no seu conjunto de valores corporativos o apoio ao bem estar e convivência social e, após instalada e iniciada as operações, pretende desenvolver projetos sociais e educacionais na região, focalizando as necessidades reais identificadas em um processo contínuo de diálogo com a comunidade, que poderá incluir, entre outros, o apoio redes de proteção social, projetos culturais e educativos, formação e treinamento de profissionais e tudo o mais que, ao longo do tempo, for identificado como importante para o desenvolvimento humano e possível de ser apoiado por uma empresa socialmente responsável.

Portal NG: Por fim, Guilherme, a chegada da empresa Serra Verde pode inserir Minaçu na linha de produção da alta tecnologia no mercado mundial? Qual é a expectativa da empresa?

GG: De fato, o que ocorrerá é a ampliação da contribuição de Minaçu para esse mercado. Pois, a cidade contribui, há décadas, com o fornecimento de crisotila, um mineral com importantes aplicações, inclusive na alta tecnologia. É claro que a Serra Verde está “começando pelo começo”: isto é, fornecendo matéria prima essencial para as indústrias ligadas às tecnologias limpas: fabricação de ligas e compostos empregados que são o cerne de equipamentos como turbinas eólicas, carros elétricos, painéis solares, vídeos e sistemas de iluminação de baixo consumo, equipamentos de imagens no âmbito hospitalar, etc.. No entanto, o desenvolvimento desse parque leva tempo e exige especializações que estão além dos recursos hoje dominados pela Serra Verde, mas que, sem a matéria prima por nós produzida, não têm como se instalar. Portanto a Serra Verde representa, sem sombra de dúvida, a semente de um gigantesco pomar que poderá produzir ainda muitos outros frutos. Essa perspectiva, sem dúvida, faz parte da visão e das expectativas dos investidores e idealizadores do projeto, contudo, somente se materializará no longo prazo.

As Terras Raras são elementos vitais no desenvolvimento tecnológico de ponta devido às aplicações em supercondutores, superimãs, catalizadores, turbinas eólicas, carros híbridos, LEDs, dispositivos de informática, entre outros produtos de alta tecnologia, ou seja, praticamente tudo ligado à alta tecnologia, à geração de energias limpas e à conservação de energia.

Com a entrada e início das operações da Mineração Serra Verde, Minaçu surgirá no mapa como um dos maiores produtores de Terras Raras do mundo, oferecendo uma alternativa real ao quase-monopólio hoje exercido pela China, o que certamente atrairá outros atores da diversificada cadeia econômica ligada às Terras Raras, propiciando o ensejo do se desenvolver uma cadeia produtiva de alta tecnologia na região.(Fonte:O Norte de Goiás)