Quem deseja ajudar precisa fazer cadastro no hemocentro de Palmas e realizar o teste de compatibilidade. Saiba como.

O bebê Álvaro Alves de 11 meses, luta para sobreviver desde que foi diagnosticado com uma doença rara, a granulomatosa crônica. Segundo os médicos especialistas, o garoto precisa de um transplante de medula óssea com urgência para ser curado. Sem ter um familiar compatível para a doação, os parentes fazem campanha e pedem que mais voluntários se cadastrem.

 
A criança foi diagnosticada com a doença em dezembro de 2018. Para ficar com o quadro de saúde estável ele toma dois antibióticos. A mãe, Giovana Carvalho conta que o filho sofreu com os primeiros sintomas. “Ele teve pneumonia, linfonodos por todo o corpo. Começou no ouvido, passou para as axilas e depois se generalizou”, disse.
Foram oito meses seguidos de internações, até que a criança foi encaminhada para continuar o tratamento em Brasília.

“A gente foi de UTI aérea. Ele estava bem debilitado e lá começou outro tratamento com antibiótico. Ele já tinha tomado vários. Já estava quase sem opções de medicamentos para dar para ele”, lembra a mãe.

Para realizar o transplante de medula precisa haver compatibilidade. Quem quiser fazer o cadastro para saber se é compatível, basta procurar o hemocentro de Palmas. Os doadores precisam ter entre 18 e 55 anos e nenhuma doença no sangue.

Samara Cardoso, responsável pelo setor de captação de doadores, explica como o cadastro é feito. “A pessoa vem e a gente coleta 4 ml de sangue que são enviados para um laboratório e posteriormente para a rede nacional, onde faz o cruzamento genético”.
A mãe da criança diz que vai continuar lutando, junto com o filho. “Tenho muita fé e muita esperança. Eu acredito sim que a gente vai conseguir”.

G1 Tocantins.

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