Equipamento passou por manutenção, mas agora está funcionando normalmente.

A balsa que faz a travessia do rio Tocantins entre os municípios de Paranã e Palmeirópolis (TO) voltou às atividades normais desde o dia 12 de setembro, depois de quatro semanas parada. “Diariamente são realizadas oito travessias para transporte de passageiros, carros, caminhões e principalmente motos”, disse o gerente da Usina São Salvador, da ENGIE, Marcelo Silva.

Após diversas necessidades de manutenção, a ENGIE foi buscar apoio do Ministério Público Federal para resolver a questão, já que é uma empresa de energia e não pode efetuar o transporte de passageiros nem prestar serviço público de transporte. Essa atribuição é da Ageto/Dertins, como já era antes da usina existir.

No ano passado, após a solicitação da ENGIE ao MPF, o procurador federal chamou Ageto/Dertins, municípios e a empresa. Nesta reunião as partes entraram em consenso para que a gestão da balsa fique com o município de Palmeirópolis.

A ENGIE se propôs a repassar uma nova balsa à Palmeirópolis e, mensalmente, o valor de R$ 15 mil a esse município. Este termo entrará em vigência após a entrega de uma balsa nova pela empresa, avaliada em R$ 1,1 milhão, que deve ocorrer até março de 2019. 

20 ANOS DE ENGIE

Em setembro, a ENGIE Brasil comemora os 20 anos de atividade na posição de maior geradora privada de energia do país e se expande para os segmentos de transmissão, serviços e geração de energia renovável.

Muito da sua boa atuação se deve à Usina Hidrelétrica São Salvador, inaugurada em 2009, com capacidade instalada de 243 MW. Para marcar os 20 anos, a Usina preparou duas ações.

A inauguração do Centro dos Idosos em Palmeirópolis, em 13 de setembro último, patrocinado pela ENGIE num valor de R$ 200 mil, e o plantio, entre o  final de outubro e início de novembro, no período de chuvas, de 20 espécies de árvores nativas da região.

As mudas são de uma parceria entre a ENGIE e a Associação Novo Caminha Juvenil, que tem como objetivo o ensino e a capacitação de jovens carentes da região.  

Esta instituição, segundo o gerente da usina, dá ensino fundamental e médio, juntamente com conhecimento agrícola, capacitando os jovens para o mercado de trabalho predominante na região. “Neste convênio eles produzem as mudas, cultivam as mesmas e plantam em alguns casos”, explica. “São essas mudas que vamos plantar”.

Ascom Engie Brasil Energia

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