A previsão de inicio da obra é para março 2019.

Após décadas de espera, o asfalto, tão sonhado e esperado, da TO 141, finalmente vai sair do papel, as famílias comemoram esta conquista. 

Entre promessas não cumpridas pelos governantes que se sucederam entre um mandato e outro, lá se vão anos de espera.  

O percurso é de cerca de 26km, que liga a cidade de Palmeirópolis a Minaçu no estado de Goiás.

O prefeito de Palmeirópolis Fábio Pereira Vaz disse radiante que estava lutando por isso desde 2014, e agora virando realidade. 

A obra que será financiada pelo Banco Mundial por meio do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS), ja estava com a data de vencimento para março do ano que vem.

“Não podíamos perder, conversamos com os orgãos competentes, sentamos com o governador e a Ageto, juntamente com nossos vereadores para tratar das indenizações das famílias impactadas”, disse Fábio Vaz. 

Explicou ainda que já foi entendido com as famílias da margem da rodovia, “o governador, vai passar o dinheiro para o pagamento dos moradores impactados. Toda margem está livre, a licitação também já ocorreu, agora é esperar para até inicio do ano, começar a obra tão esperada”, pontuou.

Procuramos a empresa responsável que enviou uma nota

O Governo do Estado, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), informa que:

  • A pavimentação do trecho da TO-141 que liga Palmeirópolis a Divisa TO/GO já foi licitado e o processo está na fase de análise da documentação das empresas.
  • Quanto às indenizações o processo já está pronto e a previsão é de que o Governo do Estado inicie as indenizações no mês de janeiro de 2019.
  • A previsão de iniciar a obra é para o mês de março 2019.
  • O projeto prevê a realização de obras de terraplenagem, drenagem pluvial e pavimentação asfáltica de 26,25 quilômetros da rodovia. A estrada terá pista simples de mão dupla com faixa de domínio de 80 metros.
  • A previsão é de que sejam investidos cerca de R$ 30 milhões na obra que será financiada pelo Banco Mundial por meio do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS).

Da redação

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