João Batista, 60, a esposa Sueli Gomes, 49, e a sobrinha Irene Gomes, 49, morreram após o carro em que eles estavam bater de frente contra caminhão. Filha do casal passou por cirurgia.

Os corpos do pastor evangélico João Batista Gomes, de 60 anos, da mulher dele, Sueli Pereira de Matos Gomes, de 49, e da sobrinha Irene Lúcia Gomes, de 49, que morreram em um acidente na GO-222, são velados em uma igreja de Anápolis, a 55 km de Goiânia. De acordo com a assessoria do vereador de Anápolis Mauro Severiano, para quem o pastor trabalhava, a filha do casal, que ficou ferida no acidente, passou por cirurgia neste sábado (17).

G1 entrou em contato com a assessoria do Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), para onde a filha do pastor e o motorista do caminhão que se envolveu no acidente foram levados às 10h deste sábado, por e-mail, e aguarda o estado de saúde atualizado dos feridos.

O velório da família está sendo realizado na Igreja Assembleia de Deus Jardim Bandeirante, na Praça da Bíblia, no bairro que dá nome à comunidade, em Anápolis. O enterro está previsto para ocorrer às 16h deste sábado, no Cemitério Vivian Park, também na cidade.

João, Sueli e Irene morreram por volta das 15h30 de sexta-feira (16), em um acidente no Setor Santa Cecília, na GO-222, no perímetro urbano Anápolis. Segundo o Corpo de Bombeiros, testemunhas relataram que o carro do pastor, um Ford Eco Sport, bateu de frente contra o caminhão quando tentava fazer uma ultrapassagem.

No entanto, as circunstâncias do acidente só poderão ser confirmadas pela perícia.

Os três morreram no local do acidente. Já a filha do casal foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mesma unidade de saúde para onde o motorista do caminhão foi levado.

Acidente entre carro e caminhão na GO-222, em Anápolis — Foto: Lys Mendes/ TV Anhanguera

Acidente entre carro e caminhão na GO-222, em Anápolis — Foto: Lys Mendes/ TV Anhanguera

Voltavam de enterro

Segundo o vereador Mauro Severiano, para quem João Batista trabalhava como chefe de gabinete, a família estava voltando de Itaberaí, onde ocorreu o velório da irmã de João Batista e mãe de Irene.

“Enterramos a irmã dele em Itaberaí e voltamos para Anápolis. Eu vim na frente e ele saiu cerca de uma hora depois. É uma tragédia”, lamentou Severiano.

G1 Tocantins.

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