Saúde alerta que cuidados devem ser redobrados para evitar proliferação e aumento de casos de zika, dengue e chikungunya

Com a chegada da primavera e o começo da estação chuvosa em boa parte do País, os locais propícios para a criação do mosquito Aedes aegypti se multiplicam e a população deve se mobilizar para eliminar os focos.

Com a chegado da chuva, o risco do mosquito transmissor, pode aumentar, por isso, é preciso cuidado dobrado para que o mosquito Aedes aegypti não desenvolve seus ovos.

De acordo com o Ministério da Saúde, os ovos do mosquito, que necessitam de água parada para eclodirem, podem sobreviver até 450 dias, mesmo que o local onde foram depositados esteja seco.

O período de hibernação dos ovos é uma forma do mosquito driblar o período de estiagem, quando a disponibilidade de possíveis criadouros cai drasticamente. Com a volta das chuvas, os recipientes também voltam a acumular água, isso ativa os ovos e proporciona o desenvolvimento das larvas. 

Por isso, para eliminar de vez os possíveis criadouros do mosquito responsável por transmitir a dengue, o vírus Zika e as febres amarela e Chikungunya, após a eliminação da água parada é extremamente importante lavar os recipientes com água e sabão.

Edilson Gonçalves/Com informações do brasil.gov

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